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______BUÇACO______

TEXTOS ,SUBSÍDIOS, APOIO

______BUÇACO______

TEXTOS ,SUBSÍDIOS, APOIO

27
Out22

HÃ 20 ANOS


Peter

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 Uma Fonte Fria de há vinte anos, arborizada, limpa e tratada , bem diferente dos dias atuais onde a curiosidade e o amadorismo são o dia a dia. Remodelada nos tempos de Morais Soares e transformada em lago a fértil horta , passou a ter o reconhecimento e o agrado que até então não tinha tido, objecto de  criticas constantes. `À terceita alteração porém, foi de vez, a obra pegou de estaca e continua.

18
Out22

FONTE DE S: JOÃO


Peter

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Aqui, um postal  colorido da Fonte de S.João que mais parece pintado á mão.Remodelada nos inicios do séc.XX pela Junta de  Freguesia do Luso, tendo substituido o lavadouro posterior existente pelas onze bicas , donde corria ao tempo um substancial caudal de água, de longe superior ao que hoje em dia debita. Daqui foi vendida  àgua á administração florestal do Bussaco , paga pelo respectivo ministério , o da agricultura, á Junta de Freguesia, a proprietária do bem.

17
Out22

UM BUSSACO SEM FUTURO


Peter

OS CURIOSOS OPORTUNOS  DO BUSSACO

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 No quadro dum governo que nomeia por amizades e clientelas  está o Bussaco de hoje, fora do escrutinio jornalistico  mercê da  pequena superficie dos seus 105 hectares, do abandono a que o proprietário Estado o votou, entregando-o à curiosidade  de mordomias várias, sem conhecimento nem preparação própria para gerir um espaço florestal de valia nacional. Não faz sentido estar nas mãos dum grupo de amadores da coisa publica. Neste caso do Bussaco, o percurso da ultima nomeação está bem à vista e comprova  de forma clara a observação. Mestre escola , empresário futebolistico, mordomo de festas, vereador e vice presidente autárquico, um ano antes do fim do mandato municipal mudou-se para uma fundação socrática , iniciando o seu percurso democrático dentro duma ética republicana  "pro bonus," em paralelo  com o rendimento silenciado da vice presidência . Em igual silêncio, sem concursos ou  transparência, um ano depois dum cargo oportunamente precário, combinado nos alforjes partidários, no fim do dito ano "pro bonus" em que nada fez na mata do Buçaco, exceto  expor todo o território  á eventual entrada dum incêndio que  andou perto e que só o acaso das direções do vento evitou . Findo o verão, a Mata e Serra estão na mesma, para pior, e o mestre, remunerado pelos impostos que pagamos com cinco mil euros mês, escreve-se numa ata da câmara, pretende em cinco anos fazer o que não fizeram em vinte.  O  ramal é o mesmo da senhora ministra  e  ex -presidente da CCRC do Centro, dos ministros da saúde e de todas as nomeações partidárias a que vamos assistinto. Sem transparência, sem verdade, sem ética republicana, sem moral . sem profissionais à altura. Assim se entrega este país ao amadorismo da politica publica, ao miserabilismo de milhões de portugueses,  um abono da bondosa máfia partidária,  face aos empregos baratos, de que os professores são triste exemplo dentro das ambiguidades e incompetências com que são tratados depois de lhes pedirem uma educação  de qualidade numa escravatura atual.

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Claro que as contas globais são viciadas, o país caminha ao contrário, faz casas sem alicerces e os resultados nunca poderão  elevar os niveis coletivos á dignidade  minima. O Bussaco é uma vítima desta  desta falta de politicas capazes, da proliferaçáo da clientela , agora municipal, por onde passam familiares e amigos dos eleitos  e toda uma panóplia de falta de criatividade, de saber, de poder estrutural e financeiro para manter  um valioso recurso florestal, botânico, histórico, religioso, militar ,turistico-termal. Como no que diz respeito ao Palace Hotel do Bussaco, uma referência mundial no mundo dos hoteis de charme , que se pretende levar para as mãos duma fundação de curiosos em hotelaria e turismo, que o pretende obter politicamente para arranjar receitas que o Estado não lhes dá. Por esta via da pacovice arranjista de quem não sabe, a destruição deste património  reprodutor de riqueza, está á vista. Ao Buçaco urge dar uma equipa de profissionais competentes , sérios, conhecedores da complexa área e acabar de vez com esta brincadeira  de entregar um património nacional a outrem, por outras palavras, do Estado se  ver livre do património que lhe pertence e da sua manutenção , entregando-o irresponsavelmente a meia duzia de curiosos sem qualificações. Um Portugal por fazer que nunca se fará por vias de retórica e compadrios como estes, antes de ser politicamente resgatado do oportunismo, das influências, do xico espertismo atávico da alma portucalense, das amizades, dos interesses , das familias, dos corruptos e da dualidade da justiça social.  A vergonha e o compadrio andam de mãos dadas ao ritmo da pequenez do retangulo , cada vez mais longe duma sociedade digna, respeitavel e com um mínimo de moralidade e justiça social.

01
Set22

BORDALO,O SEU A SEU DONO...


Peter

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BORDALO, O SEU A SEU DONO...

Em fevereiro de 1887, Rafael Bordalo Pinheiro  faz um contrato com o Governo português relativo á construção dum monumental conjunto de 86 figuras escultóricas destinadas a guarnecer as capelas  da Via Sacra do Buçaco. Era ministro das Obras Publicas Comércio e Industria, Emidio Navarro. Tinham-se reunido no Luso e no Bussaco e dali seguiram para as Caldas da Rainha onde selaram o negócio por um custo total de nove contos de reis.Navarro visitara a fábrica de Faianças das Caldas da Rainha e tinham acordado estabelecer um contrato com o fim de substituir as imagens então existentes, talvez obra dum ex-religioso do convento carmelita ou mesmo de bonecreiros de Aveiro e que agora se encontravam em mau estado, não condizente com o património arbóreo do parque botânico onde estavam inseridas.

Assinado o acordo, Bordalo Pinheiro iniciou os projectos artísticos e com os seus colaboradores deu principio aos trabalhos baseado em estudos sérios e pormenores artísticos de grande qualidade, chegando a fazer 56 figuras dos agrupamentos ensaiados, alguns com a sua assinatura, 

Por razões várias, entre elas a saída do país em missão especial e depois a morte do artista, ao que sucedeu a falência da fábrica de Faianças, em 1908, chegou-se a um ponto em que as esculturas existentes, cujos custos já tinham duplicado para 18 contos de reis, não tiveram continuação nem as figuras já executadas e pagas foram entregues ao Buçaco, permaneceram sim espalhadas por vários locais da olaria.

Entretanto pela fábrica, que seria vendida em hasta publica m 1908, foi solicitado ao Hospital Termal das Caldas da Rainha, um pavilhão do parque D.Carlos I onde pudesse guardar a obra feita, que pertencia ao Estado. Ali ficou o conjunto das figuras até que em 1960 foram levadas para o museu José Malhoa, onde se encontram hoje em exposição.

Obra inacabada mas de grande valor artístico foi paga por um orçamento publico destinado à Via Sacra do Buçaco e não ao Museu das Caldas, o que constituiu um erro além duma apropriação ilegal dum bem que nos parece, pertence ao espólio religioso do Buçaco, facto que entidades responsáveis nunca ponderaram, decidindo em nome próprio a favor de terceiros numa gratuidade revoltante. O próprio museu rececionante se devia e deve sentir incomodado, por expor um bem que não é seu.  Seria importante que a obra inacabada fosse finalmente entregue ao legítimo dono, repondo a justiça e seriedade das entidades envolvidas no seu devido lugar. É que na verdade as figuras pertencem ao Buçaco, assim foram devidamente liquidadas pelo erário publico.

Ficam dois pormenores ilustrativos.

16
Ago22

LUSO, A HONRA DA AUTARQUIA


Peter

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Numa recente classificação relativa aos complexos desportivos de melhor qualidade do país,o Luso com as suas estruturas aparece no terceiro lugar, mercê do seu Centro de Estágios do Euro 2004 e do Pavilhão Gimnodesportivo, aos quais acrescentamos nós uma piscina olímpica e quatro courts  de ténis de igual qualidade. Destas estruturas sobressai hoje o orgulho da  Câmara da Mealhada, honrada com as estruturas, não com o Luso que, através dos seus orgãos , esteve  na origem, base e iniciativa das estruturas, só não concretizadas porque infelizmente as freguesias não tem acesso a fundos comunitários e estamos dependentes duma câmara abulica,  morta e de paroquianos. Pela voz do atual presidente que, além de nada ter tido a ver com a construção das estruturas, não saberá que elas não se devem a iniciativas da Câmara da Mealhada, mas da Junta de Turismo Luso-Bussaco, da Junta de Freguesia do Luso, do Comité de Geminação de Contrexeville  e só depois da autarquia Câmara, por favor, no contexto de ser o órgão autárquico do concelho com direito a receber ajudas da comunidade económica europeia, uma obrigatoriedade da nova democracia, no tempo do presidente senhor Marqueiro que não se opôs , pelo contrário, tratou da burocracia pertencente à Câmara.

centro estágios.jpg

O senhor presidente da Câmara atual, que não é do concelho, toma como camarária uma obra que o é de facto, pela ação dos eleitos do Luso e não da Câmara da Mealhada, que depois destas obras, a que podemos sem dúvidas acrescentar o Parque de Campismo, a piscina e o Restaurante do Lago, um court de ténis, nada mais fez em prol da freguesia do Luso, do Turismo e da Hotelaria, a não ser com o silêncio sobre o desmoronamento da indústria e das termas  com o gaudio declarado da atual vice presidente em colaboração com os destruidores nacionais e estrangeiros. Tal como o esquecimento do atual presidente que, quer queira quer não, foi responsável pela destruição num fogo  ou pelo desaparecimento dum quadro seiscentista de Josefa de Óbidos, que valeria a má porta cem mil euros. Como sabe  este autarca, então administrador “nomeado”  para a Fundação da Mata do Bussaco, não tinha a peça no seguro e deixou-a arder por descuido e por incúria dos serviços que era suposto dirigir e controlar. As explicações foram o silêncio e a  desresponsabilização foi o castigo. Como é bom o governo público!

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Para que fique claro, as obras que citei do Pavilhão, do Centro de Estagios, da Piscina, Restaurante, e um court de ténis, foram feitas a partir de iniciativas pensadas e iniciadas no Luso, nos seus órgãos de então, através do Senhor Professor António Gonçalves, do senhor prof. Ferraz da Silva, presidente e administrador delegado da Junta de Turismo, do senhor Homero Serra, e do senhor Jorge Carvalho, presidente e membro da Junta de Freguesia e da ajuda imprescindível na altura, de Madame Simone Palmier, enquanto presidente da Comissão de Geminação Luso Contrexeville. Antes de se chegarem à Câmara, os assuntos fora analisados e tratados  nos órgãos locais, bem como um terceiro deveras importante e que nos foi roubado pela Câmara, os centavos litro que se conseguiram obter da Sociedade das Àguas de Luso pelos litros de água vendidos, cuja receita foi pedida e sempre pensada a favor da freguesia do Luso, onde o produto é obtido e do qual não vem qualquer beneficio para o território. Fomos espoliados pela Câmara , como no tempo do fascista Lousada fomos espoliados da Fonte  de S.João.  A verdade dos factos politicos, doa a quem doer, é esta.

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Que a Câmara se honre pelas candidaturas  é o mínimo que pode fazer porque nada mais fez desde então, mas que não se honre vergonhosamente só, espezinhando, como tem espezinhado, a freguesia do Luso onde nada fez nos quatro ou cinco mandatos que se seguiram e onde teve a falta de respeito para com a freguesia, ao fazer na sede do concelho um posto de turismo quando a única freguesia onde o há é na freguesia do Luso. Atitudes de ignorantes, pacóvios, cem anos atrazados,  de cabeças pequenas como pequena é a cidade e sem estofo para uma moralidade politica correta. No que diz  respeito ao Centro de Estágios deve-se esclarecer ainda o seguinte para que as coisas fiquem claras e no seu devido lugar. Aquando da construção do Centro de Estágios do Luso , a parte técnica da obra foi entregue pelo executivo ao prof. Ferraz da Silva que tratou, com o apoio do responsavel autárquico do desporto , do processo junto da Sociedade do Euro em Coimbra e Lisboa, a compra dos terrenos estiveram a cargo na sua grande maioria ao Presidente da Junta de Freguesia do Luso, senhor  Homero Serra, e a parte financeira que incluia a gestão da candidatura junto do orgão gestor, a CCDRC de Coimbra, a cargo da Presidência da  Câmara , o senhor Carlos Cabral e a Senhora Filomena  Pinheiro , que tinham em mãos a responsabilidade de a fazer junto do gestor CCDRC. Depois de muita teimosia ( note-se que a vice presidente tinha pouca ou nenhuma vontade de lançar a obra do Luso depois mesmo depois do projecto aprovado)  por pressões na Assembleia e pelo próprio presidente deste orgão, Rui Marqueiro, a obra acabou lançada a concurso e foi adjudicada a empreitada. Até aqui, tudo bem. O projecto entrou em obra , o empreiteiro cumpriu atempadamenta e quando chegou ao ponto de receber a primeira tranche em dinheiro contado , pediu á Câmara a vistoria necessária. A Câmara , por sua vez, oficiou á CCDRC em Coimbra, que  mandasse verificar os trabalhos a fim de libertar  a  primeira verba da obra. Para espanto de quem estava por dentro, digamos que a Câmara trabalhava na altura com uma contabilidade de merceeiro , a gestão financeira da presidência não era do conhecimento do executivo total, a CCDRC  respondeu dizendo que não existia no orgão nenhuma candidatura da Câmara da Mealhada relativa ao Euro 2004, menos ainda para qualquer Centro de Estágios.  Veio a verificar-se que a presidência, que detinha para si a exclusividade da gestão financeira, tinha esquecido de  entregar e fazer a candidatura naquela CCDRC do Centro,  em Coimbra, onde decorria o concurso , entretando fechado e com as verbas disponiveis esgotadas.  O silêncio pairou sobre o duo  presidêncial e sobrepos-se a qualquer barulho casual.

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Em conclusão , a obra fez-se, pagou a Câmara a totalidade dos custos , cerca de milhão e meio de euros, donde iria buscar , sem o auto esquecimento, mais de metade da verba, algo como oitocentos ou mais mil euros.

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Curiosamente as personagens concorreram às eleiçóes seguintes e ganharam  e hoje voltaram a ganhar, o então presidente , presidente da Assembleia Municipal, a então vice presidente, a mesma vice presidente. Estou aqui a  relatar estes factos tal qual como foram  para tirar qualquer dúvida sobre o assunto e porque acho que devem ser contados e conhecidos de todo o cidadão do municipio , num país que se diz ser um estado democrático  sério e transparente.E também porque a mesma Càmara se honra despudoradamente com o trabalho dos outros , escondendo as asneiras próprias, como esta que fizeram gastar à autarquia mais oitocentos mil euros do que devia gastar. Porque se calaram e , com vergonha ou sem vergonha, cada um tem a que quer, continuam a julgar-se donos e senhores  do território que consideram paróquia ou morgadio familiar . Se a autarquia queria honrar, era em primeiro lugar nas figuras do Prof.António Gonçalves, do senhor Homero Serra , ou da madame Simone Palmier, entre os primeiros que entenderam e desenvolveram as etapas para chegar a bom porto. Essa é a  homenagem postuma que pretendo corrigir , face á retórica barata dos papagaios da Câmara da Mealhada que há muito tempo deixaram fora de portas o amor á camisola.

 

 

 

                                                   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13
Ago22

BUÇACO , NEM O MÍNIMO !


Peter

ISTO PODE ARDER... ... ... ...

portascoimbra.jpg

Há quase uma semana lavra no Parque Natural da Serra

da Serra da Estrela um incêndio que tem destruído uma

grande área  do património florestal local, um prejuízo cujo

valor está por calcular , quer na pertença comum do país,

quer na parte das famílias  privadas , pastoreio e outras

atividades cujas pessoas  são vítimas da incúria e faltas de

resposta de um Estado que não se preocupa quase à meio

século de democracia, com o património nem com as pessoas

que dele e nele vivem.

hotel.jpg

ISTO PODE ARDER !

O mesmo se passa  no Buçaco, uma floresta e uma serra do

Estado que de forma irresponsável entregou o património a

uma fundação de curiosos que a vêm destruindo

paulatinamente como se pode verificar in loco visitando o

local. A Serra, que acaba na Senhora do Montalto em

Penacova , ao abandono, a Mata Nacional, que tem um

Património a defender , na dita fundação partidária,

remanescência de tempos socráticos, na mão de quem não

tem capacidade nem conhecimento para recuperar e manter

o património.

Acontece que corre perigo iminente de arder também, tal é

a carga de combustível  seco e sujo, que, não sendo objeto

de qualquer intervenção , está aberto á entrada  livre dum

fogo que venha do exterior por qualquer  das suas encostas.

É incompreensível que no mínimo, o aceiro que tenta

proteger  o perímetro  murado de 105 hectares, esteja por

limpar, não só convidando a entrada de um fogo destruidor,

como impedindo a passagem de meios de combate ao

próprio fogo. Nem o mau exemplo recebido da estrela  abriu

os olhos aos responsáveis do Buçaco, para fazer o mínimo dos

mínimos, na tentativa de guardar o património.

Que sejam nomeados compadres partidários, familiares e

amigos, enfim, estamos habituados a compadrios e coisas

piores, mas deixar arder o Buçaco por incúria que parece

propositada,  ultrapassa o inacreditável.

 

 

28
Jul22

BUÇACO NÃO ARDEU DESTA


Peter

Onde está o aceiro que devia estar visivel nos seus metros de largura?

Onde está senhor responsavel há um ano pro-bonus? O que esteve a fazer ?

Não ardeu mas andou perto. Entre duas opções o acaso  do vento escolheu uma, a do Mondego e sua livraria,  se assim não fosse a outra era a encosta  leste da Serra do Bussaco, de Boas Eiras a Carvalho Velho, Carvalho e Stº António  ao longo da ribeira de Aveledo, toda ela envolta em eucaliptos, matos, acácias e outras espécies  de intenso combustivel. Se o vento virasse para nooeste,  chegaria à  Mata Nacional, onde o aceiro principal que a defende, se esconde debaixo de urzes e matos vários, onde crescem acácias, eucaliptos, mimosas sem flor, lixo e toda a excelência da boa combustão. Passava um carro de bombeiros, hoje não passa nada. Devia ver-se o terreno nesta fotografia, não não vê, como não se vê no perimetro da Cerca. Saberá onde é o novo presidente , um ano de pro bonus  com o rendimento de vice presidente da câmara , conforme se deduz da ultima reunião da autarquia, não conheceu a Mata ? Nesse ano de pro bonus, como tão bem salientou numa página inteira do Diário de Coimbra louvando o seu serviço, o novo presidente da A Fundação não sabia da existência do ACEIRO ? Se o sabia, não o mandou limpar, um ato com um contorno criminoso. Se não sabia, está visto o seu interresse num ano de interino de pro bonus!  Ide às Portas de Sula, entrai na Mata e vede a limpeza interior convidativa a gigantesco incendio. De S.João do Deserto às antigas cocheiras e ás Portas do Serpa , uma miséria. Obra do recem nomeado presidente da A Fundação socialista, herdeira de Socrates, que num ano pró bonus em gestão, (?) deixou naquela lástima,  a Mata Nacional. Como se pode confiar neste gestor pro bonus? O cidadão interessado pode visitar o parque e testemunhar a ignorância de quem manda.

 

rua.jpg

A bela imagem que deixa o gestor nomeado, vê-se a sua competência um ano após..pro bonus (?).

Em face desta obra, ganhou o não existente concurso publico para presidente da fundação, sem transparência, por nomeação politico partidária, com as habilitaçóes de cliente e a insconsciência dum governo. Pela mão dele, se o vento ou incendiário o desejasse o património da Mata nacional   poderia ter ardido.  É preciso que se saibam estes tramites, que haja clareza nos processos , na defesa do que é nosso.  Na mesma reunião da autarquia, ficamos sem saber quem lhe paga os cinco mil euros que vai ganhar no cargo, mais que o presidente da  edilidade, como se ouviu dizer. O Zé porém, ganha 700 euros se ganhar e alguns reformados 240 euros.  Daí nasce o segredo matando a concorrência na mafia partidária. Se o Estado não pagar, como se depreende da ata daquele orgão, há-de o municipe pagar pelo que não lhe pertence, como vem acontecendo. A Cãmara, em vez de lhes pagar, devia por o Estado em tribunal por ser a unica  A Fundação a cargo de municipes no país. Uma vergonha para os  pacóvios que aceitaram os custos num mandato anterior, com o fim de destuir o património, como está destruído. Num país sem rei nem roque tudo pode acontecer. Ao senhor presidente podemos dar os parabens pela sua habilidade, não pela capacidade e conhecimento que um ano de interino demonstrou. Deixou a Mata na lástima em que estava, senão pior.  Oxalá não arda a casa nos anos que se seguem., pela irrespnsabilidade de quem chega. Depois, reforme-se, com a reforma de vinte vezes um coitado, é o que faz melhor. Com seriedad, a Mata Nacional necessita dum administrador profissional residente e competente e com currriculum e uma equipa de gente especializada me florestas, além dum corpo de guardas florestais, como toda a Europa tem.  Nada que seja dificil ou complexo  que a Mata já não tivesse tido com  excelentes resultados. Acabem com empreiteiros futebolisticos , amigos e familias partidarias, nestas como em muitas outras funções, usando seriedade,  honestida,transparência, competência e com profissionalismo.

11
Jul22

O MURO E O CRIME DOS ACEIROS


Peter

encosta.jpg

Onde está o aceiro entre os eucaliptos privados e a Mata Nacional?

O MURO DA MATA  SEM DEFESA

e o CRIME   DA OMISSÃO DOS  ACEIROS

Na fotografia acima, batida na tarde de hoje pelas 18 horas, pode ver-se a encosta da serra do Bussaco na parte onde a Mata Nacional confina com propriedades exteriores ao muro da Cerca carmelita do seculo XVII. O muro da Cerca passa ao lado da casa branca que se vê à esquerda , antiga casa do mestre e alguns metros adiante sobe até à capela de  Caifaz, às Portas de Coimbra, ao refúgio de Santo Antão e finalmente  atinge a Cruz Alta nos seus 548 metros acima do nível do mar. A todo o comprimento  do muro, no seu lado exterior, corria um estradão desde a Porta da Cruz Alta até à Porta das Lapas, que numa parte era transitavel por viaturas todo-o-terreno, até às Portas de Coimbra, via coincidente com um  largo aceiro corta-fogos , uma primeira proteção á Mata Nacional. Onde está o aceiro de 15/20 metros? Onde está o muro ? Tudo coberto por combustivel que o total abandono e irresponsabilidade  permite. A fundação existe para proteger ou destruir a Mata Nacional?

muro2.jpg

Esta segunda imagem,batida no mesmo dia, mostra o mesmo aceiro na encosta contrária do Obelisco, voltada para o concelho de Mortágua. Por onde entra um carro de bombeiros ? Este  e pior ainda, é o estado caótico  em que a fundação e o Estado  protegem um bem  comum dos portugueses que lhes pagam para isto! Deprimente !

Como se pode constatar pelas imagens feitas hoje, quando o país está assolado por altas temperaturas e a floresta arde de norte a sul, não se vê o muro da Cerca carmelita e muito menos o aceiro de proteção. Toda a matéria combustível que se acumulou sobre a cerca e o aceiro, constitui hoje um excelente meio de propagação dum fogo que suba a serra através do mundo de eucaliptos que tomaram a encosta exterior  e se confundem  com ela. Empurrado pelo vento , não há bombeiros que o segurem, no entanto, o estado em que o Estado deixa o seu património, é este, enquanto nas televisões os responsáveis procuram culpar o cidadão que não limpa os seus terrenos. Não sei se estes perigos que existem por omissão, serão considerados crimes, mas até ao momento a imunidade tem beneficiado estes curiosos que andam de cargo em cargo, espécie de clientela que não  responde pelos atos  e menos pelos desacatos. 

muro.jpg

Neste pormenor na Cruz Alta  podemos observar à direita um naco do muro da Cerca, encolhido  ou escondido entre os pilriteiros de dentro e os de fora. No solo, dum lado e de outro,  são gigantescos montes de combustivel á espera da combustão. Quando este parque botânico arder, ninguém será responsavel?

 Quando uma tempestade deitou abaixo o cedro de S.José, o mais velhinho da Mata (1646 ) foi porque a gestão da fundação não se preocupou minimamente com o facto da espia de aço que o  vinha sustentando se ter partido. Partida , deixou de o segurar sobre a peanha onde assentava e o vento fez o resto. O cedro ficou nas tripas, responsabilidades, nenhumas. A cinco mil euros mês o negócio não  é mau! Outro caso foi o  quadro de Josepha de Óbitos (séc.XVII) arder dentro do convento numa noite de Natal. A má porta, o quadro assinado pela autora valia cem mil euros. Não estava protegido nem tinha seguro ativo. Assim é tratado o património nacional por curiosos compadres nomeados pelo partido, sem qualquer conhecimento ou preparação.  Outro tanto aconteceu com uma barragem agricola na base da serra , capaz de servir o regadio do vale da Vacariça e acudir a incêndios no perimetro florestal. O projecto foi aprovado pelo ministério da Agricultura, o regadio foi feito, mas a barragem, por zangas  entre a CCRD e o presidente da câmara, morreu em duas gavetas, a do ministério da agricultura em Coimbra e na gaveta cabralina da câmara da Mealhada. O edil , satisfeito, roeu as cascas.

rua.jpg

Rua nas portas de Sula, pormenor duma desgraça que vai até á Cruz Alta por todo o noroeste da Floresta. E não falamos no perimetros da serra, cuja desgraça é igual. É caso para dizer, Buçaco, quem te viu e quem te vê na mão de mercenários da treta !  Quanto não valiam Buçaco, as antigas burricadas ! Que falta fazem !

Toda esta gente , mais mordomia de paróquia que políticos, está imune às asneiras que faz . Será crime ou não será crime o facto consumado por  omissão dos responsáveis?  No caso dos choferes dos  ministros  sabemos que o não é, aqui, trata-se de  curiosos que não sabem a matéria, sobem apenas no tacho por interesse e compadrio.  Vergonhosamente, este bem de valor botânico incalculável que é o Buçaco, está nas mãos dum município incompetente, sem meios práticos, nem financeiros , nem técnicos , nem científicos para salvar a Mata Nacional. Um estado socrático fez esta operação , entregando a uma fundação dum pequeno município aquilo que ao Estado  pertence e o município, politicamente bronco e paroquiano, aceita os custos e as responsabilidades. Paga o cidadão municipal o património nacional. Espertos e oportunistas !!! Quando virem o Buçaco arder, esfregam as mãos de contentes com a sua incompetência ! E nada lhes acontece neste país às avessas.

 

 

 

19
Fev22

OPORTUNISTAS Á PORTA


Peter

buça.JPG

Como se previa a tramoia resultou. O tipo saiu da  cãmara para apostar  no novo tacho por cinco anos depois do Estado decidir tomar conta da gestão. Fez a sua propaganda , concretamente numa página inteira do Diário de Coimbra , (teria sido á borla?) manifestando a heroicidade do pró bonus , e agora, sem se saber de escolhas nem concursos, subiu ao pódio pela mão dos compadres. Este é o vergonhoso país onde vivemos, opaco, corrupto , uma segunda via da união nacional. Silêncio e facto consumado ainda antes de haver equipa. Concursos, competências, formação, capacidades, nada. Entretanto o que estava  garantido fica  como estava. O resto, veja-se no post seguinte como está. 

04
Set21

É PRECISO TER LATA !!!!!


Peter

DSC_0341[1].JPG

Um Buçaco exemplar, a herança do independente externo mais o quadro de josefa de Óbidos queimado  por inépcia, sem seguros, sem proteção contra incêndios...

AUTARQUIAS  2021

É PRECISO TER LATA!

É com espanto quando surgem numa lista de candidatos independentes às eleições autárquicas para a Camara  da Mealhada, pessoas cujo curriculum local ultrapassa o descaramento e o á vontade para se recandidatarem, e eu cito:

O primeiro candidato foi administrador da Fundação da Mata Nacional do Bussaco, sem concursos, por escolha politica, mas já mudou de partido.Entretanto foi ressarcido com cinco mil euros mês para ajudar a destruir o bem, como se pode verificar hoje numa visita ao local ou nesta foto. Ao mesmo tempo, deixou arder um quadro de Josefa de Óbidos  no Convento de Stª Cruz, mal acondicionado e sem seguro, que valeria à pior porta cem mil euros e silenciou o desastre, beneficiando da irresponsabilidade da afundação socrática que ele próprios dirigia. Como se vê, gente politicamente irrresponsavel!

Os segundos, são o então presidente e vice presidenta da mesma Câmara da Mealhada, que no processo de construção do Centro de Estágios do Luso, se esqueceram de enviar o processo à CCRC, em Coimbra, a entidade gestora do financiamento, fazendo perder á tesouraria municipal e consequentemente ao município, setecentos e cinquenta mil euros, numa obra de um milhão e duzentos mil, que era comparticipada pela sociedade do Euro 2007/8.  Quem  assumiu a divida foi o orçamento camarário, ou dos  municipes.   Calaram-se, esconderam o caso ao executivo, e continuam "descaradamente"  a concorrer.

É PRECISO TER LATA, é a expressão que eu acho mais adequada para classificar a competência política e moral desta gente, cuja falta se carater e personalidade politica deixam muito a desejar e são  impróprias para gerir a coisa pública.

Um outro candidato , que já faz parte do mobiliário da câmara, o homem do maqueirismo, luta pela cadeira salazarista para cair dela abaixo , unica maneira de se reformar. Politicamente, se quando  chegou ao municipio atraz da música, como se diz no Luso, fez qualquer coisa, depois, aqueceu o lugar e não fez mais nada. No Luso, especializou-se em retretes e está para inaugurar um estacionamento sem saída e que retira aos turistas  o acesso ao centro do Luso. A destruição da economia do turismo parece continuar. Mas a sua obra de arte da ridicularia no setor , passou pela sua tentativa de fecho do Palace Hotel do Bussaco, que a proteçáo civil de Aveiro resolveu mudando o censor avariado. Como se vê, um concelho amarfanhado e atrazado, vai  continuar na mesma via!!! Os donos não largam o tacho  politiqueiro , não conhecem o exame de consciência !!!!

Na política não vale tudo!

 

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