Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017

ALICE

  ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

 028.JPG

Caro Presidente, estamos a chegar ao fim de um mandato a zeros. Zero de dívidas, zero de obras, zero de ideias, zero de crescimento. A meu ver, melhor seria dever o que se pode pagar com respeito pelas regras estabelecidas e ter feito alguma coisa. A gestão moderna não se faz sem o recurso ao crédito e a não utilização dessa ferramenta fundamental é mais passível de críticas que de elogios. Teria sido melhor para o território, melhor para o município, melhor para o emprego, melhor para o bem-estar, melhor para as pessoas aproveitar a realidade sem a patetice da dívida! Mas isso não aconteceu, o que de facto aconteceu foi o estagnar do concelho em edis a tempo inteiro, não sabemos quantos assessores e mais uns avençados que a pouca transparência política não deixa perceber. Uma hierarquia tão grande vista pela vez primeira no executivo da Mealhada para fazer zero, é muito mau, e assim se desperdiça o mandato em coisa nenhuma.

Este não é o caminho certo, caro Presidente. Pode ser a via da clientela que a partidarite quer ou a oportuna via que os votos anunciam, mas não é o caminho correcto para num concelho pequeno, carente e acrítico que precisa, ou precisava, dum executivo inteligente e activo e duma estratégia viva e ousada para visionar e empurrar um futuro. Tive a ousadia de pensar isso acreditando que a experiência adquirida lhe tivesse trazido confiança e iniciativa, hoje não ficaria bem comigo próprio nem perante os leitores se não corrigisse nestes maus resultados as previsões iniciais totalmente furadas.

O zero verificado é o fruto maduro duma acomodação politica não prevista nos dados da balança, um erro meu, não via então este concelho na paz podre em que vive quatro anos volvidos. Parado, inerte, incapaz, ancorado em fanfarronices balofas, com uma frota politica á espera do emprego numa terceira ou quarta volta mesmo sem o crédito duma carta de alforria. Digerindo azedas maravilhas de jantares politiqueiros, propagandas gratuitas, festinhas, futebóis e crismas de paróquia e zero de trabalho. Trabalho árduo não houve, medidas inteligentes também não, mal andariam os empresários se estivessem á espera do demagógico acto da política para fazer os negócios da venda do vinho e do leitão, já que a história da água é outra coisa e o pão, viste-o! Mas é tudo uma farsa da política assente na ruina dum passado comum que não diz nada, que não merece respeito nem continuação para ocupantes da conjuntural cadeira do poder.

As velhas estratégias que aguardam há duas décadas execução, um golfe, o nó rodoferroviário, os parques industriais de Barcouço e de Barrô, além desse pomposo Luso 2007, foram substituídos pela compra de lixo imobiliário onde a autarquia se especializa na criação de ratos e, na área de maior potencialidade do concelho, o Turismo, voltamos cem anos atrás com o arremedo de termas que hoje existe, mil e tal quartos a menos e outros disparates em que o município se envolveu na defesa do poder económico do capital que ironicamente nem temos, esquecendo os verdadeiros interesses das populações, dos empresários e investidores, bem como a herança de duas centenas de anos que recebemos de mão beijada. A gestão da última década, caro presidente, foi o desastre que está á vista. Nada acrescentou ao todo municipal, manteve apagado o fogo em todas as freguesias e continuou a tarefa de destruir irresponsavelmente a hotelaria e o turismo que tinham notório peso dentro dos nossos limites e mantinham postos de trabalho na freguesia termal, na qual está hoje claramente evidente o especial zelo político na sua liquidação e a total incapacidade para a defender. O contrário do que fazem todos os municípios por Portugal além! Porquê, pergunta-se? Querem transferir a freguesia  para onde?

Uma catástrofe abalizada por autarcas incapacitados ou intencionais? Os resultados á vista  são absolutamente contrários  aos interesses do território que ocupamos !

Talvez por não ser natural do concelho lhe falte o saber acumulado ao longo dos anos em muitas das pessoas que daqui são, que aqui moram ou daqui se espalharam mundo fora com a universidade da vida no bolso curricular, o trabalho, o saber e a necessidade de sobreviver nos alforges de famílias inteiras. Podíamos fazer um rol de gente daqui e de concelhos vizinhos, mas de nada valeria, nunca os conheceu, não os conhece, não são propriamente a sua história e muito menos a sua alma. Porém sem erros aritméticos eu refiro-lhe de forma concreta que neste município existiram mais de mil e quinhentas camas de hotelaria, freguesia do Luso incluída, e hoje, incluído o seu tempo de autarca no activo, destruíram-se, e não existirão mais que duzentos ou trezentos contando com as camas casuais ou camas de horas. Esta realidade, que naturalmente não lhe pesa, espelha a diferença que existe entre quem viveu a história, participou da história e aprendeu na história e quem pouco sabe sobre o que se passa á sua volta, particularmente nesse mundo relativamente recente e rico, a que damos o nome de turismo.

Nesta matéria, o que a política da Câmara tem andado a fazer são asneiras, tão ocas e tão vazias como os almoços leitoeiros das maravilhas onde pretensiosamente pretende meter o Buçaco como se o Buçaco fosse mais uma maravilha da mesa e dos banquetes. Além de não se comer nem beber, noutros tempos apenas os burros o faziam, o Buçaco é conhecido em todo o mundo há muito tempo e não é a Mealhada das maravilhas que o vai colocar no mapa mas exactamente o contrário caro Presidente. O Buçaco e as Termas sempre deram notoriedade ao município e são ainda hoje a sua potencial riqueza maior e o seu único destino conhecido além desse repasto a que se chama leitão. O meu caro amigo não entendeu ainda estas coisas comezinhas! Se o entendesse não fazia da Mata Nacional a barraca de farturas que anda a fomentar, zelava pela recuperação das termas, da fisioterapia, não gastava o dinheiro dos munícipes naquilo que não lhes pertence. Que o dinheiro não é seu , é de todos nós , deve-o  gastar bem, essa é a sua função, para isso foi eleito, para isso o escolhemos, não para se empinar numa política de saltos altos. Antes de cá chegar, muita gente do concelho fez este património comum que agora o caro presidente ajuda a destruir, ou não o defende, como era sua obrigação enquanto edil.

Depois o Buçaco é um templo, um templo botânico. Num templo há silêncio, adoração, paz e tranquilidade. É para admirar, usufruir, para amar e reflectir, é um lugar sagrado que merece o respeito. Como uma igreja é um local de culto, o Buçaco também o é, de culto e oração e de libertação !  Para arraiais chegou sempre a Ascensão, de resto, dispensa pisoteio, vendilhões de praça pública e promotores de negócios para lhes venderem corpo e alma transformando-o numa feira de vaidades. Deixemos as bacoquices, o empirismo, a senilidade política Se queremos estar dentro da cidade temos de falar e agir com a cidadania da urbe, com a clareza da palavra e da verdade, doutro modo nunca passaremos da aldeia que desejamos.

Depois, não vivemos no país de Alice, ninguém tira coelhos de cartola nem temos poços de petróleo, não somos árabes, sabe perfeitamente que nunca haverá dinheiro suficiente na autarquia para recuperar e manter a Cerca Buçaquina ou fazer a candidatura a património Unesco. Esta será apenas a sua presunção e dum partido que só existe na Mealhada de quatro em quatro anos, quando for necessário meter os votos na urna para escolher um amo já escolhido. Este ano parece que nem é preciso, a ditadura manda! Caminhos duma democracia afunilada nos pântanos deste país de sol! Mesmo assim, hão-de chegar ao Luso, transportar os amigos á sede do concelho frente á boca da urna. Como a política não tem vergonha, esquecem nessa altura que em quatro anos fizeram nas termas uma retrete pública, se entretanto acabarem a obra! Assim não vamos lá,  meu caro presidente!

Luso,Janeiro,2017

 

publicado por Peter às 21:07
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

A BATALHA E O CONVENTO

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E m segunda edicão com o apoio da Câmara

da Mealhada e a chancela da  Editora Minerva

de Coimbra, reaparece  no mercado o livro

"Bussaco A Batalha e o Convento",um  ensaio

 que aborda os sucessos ligados à invasão

juntando militares, religiosos  populacão 

nos dias conturbados que  se viveram  em 

Setembro de 1810.

 

publicado por Peter às 12:45
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Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014

JOSEFA DE ÓBIDOS, FOGO OU ROUBO?

 

 Surge nova hipotese sobre o fogo que terá consumido

o valioso quadro do Convento do Buçaco, a Srº do Leite

de Josefa de Óbidos. Um exame á tela parece indicar

que a pintura foi recortada e os vestigios do fogo  não

serão suficientes para confirmar plenamente  a causa

da sua destruição. Assim ,  nasce uma interpretação que

admite o roubo da obra seiscentista da famosa

pintora portuguesa que estava á guarda da fundação

Buçaco.

Caso para  investigações da policia judiciária ? 

Tudo indica que sim. 

 

publicado por Peter às 14:46
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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2014

CRUZ ALTA, MANHÃ

 

Depois dum desastre tão grande como a perda do

quadro da Senhora do Leite de Josefa de Óbidos num

incêndio anunciado , o sol nasce numa manhã serena

sobre a Cruz Alta, o ponto mais alto da serra onde

se pode divisar a respectiva cruz de Cristo.

Uma cruz pesada, como é  mais que evidente,

para o património local.

publicado por Peter às 21:08
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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014

ARDEU JOSEFA DE ÓBIDOS

 O quadro  do séc. XVII assinado e datado pela autora

  CURTO CIRCUITO (?)LEVA QUADRO

L á se foi num curto circuito o quadro de Josefa de Óbidos

existente no Convento do Buçaco. Datado e assinado

pela autora pergunta-se como pode estar meses e  meses

debaixo de telhas partidas à mercê da chuva e de curtos

circuitos  sem que os responsaveis nada tenham feito

para o pôr a salvo , depois de terem sido alertados

para o facto ? 

Se não é caso para admiração já que este é o tipo

de trabalho da Afundação, será que ninguém é responsabilizado

pela perda dum património comum, cuja valia não andaria longe

dos 100 mil euros?

Como aconteceu ao cedro de S.José que deixaram cair com quase

quatro séculos de vida depois de terem sido avisados do perigo

que corria, o mesmo sucede agora com a pintura da Senhora do Leite!

Um curto circuito porquê ? Não estava o recinto protegido contra 

curto circuitos como deve mandar a lei? E se não estava,

de quem é a responsabilidade?

A Mata Nacional, como é sabido, tem estado entregue á gestão

duma fundação política e sabemos o que os politicos tem feito

a este país e o que já fizeram à Mata Nacional do Buçaco.

O erro nasce de quem coloca a viola na mão de sapateiros,

mas tudo vai continuar na mesma.

Recentemente parece que foi nomeado mais um comissário

politico para aquele espaço. Tanto quanto é do conhecimento

publico não foi aberto nenhum concurso para a escolha dum

profissional competente e  reconhecido, o que seria o minimo

exigivel e democrático.  

Depreende-se que a Câmara da Mealhada continua a optar

por escolhas "A Doc" que abrem a porta a toda a espécie de

dúvidas por parte do cidadão.

De qualquer maneira, a fundação e a Câmara levarão a Mata

Nacional à total degradação.

É apenas uma questão de tempo.

  

publicado por Peter às 15:34
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

A TRALHA SOCRÁTICA

 

 

 

 

 

      Em recente crónica num jornal diário o cidadão Marques Mendes analisa aquilo a que chama a tralha socrática e as suas implicações junto do novo leader socialista. Talvez tenha razão. Eu próprio quando dou de caras na televisão e fora dela com algumas novas e velhas raposas cor-de-rosa fico agoniado. Políticos que transformaram o dever cívico de governar o país, numa profissão. Políticos que colaram o rabo às cadeiras dos poderes e delas fizeram o uso e o abuso até ao ponto de manipular as próprias eleições partidárias sem respeito pela democracia, pela honestidade hominídea ou pela honestidade política. Irresponsáveis e inaptos que, talvez não sabendo fazer mais nada na vida, vão procurando conservar-se enlatados como sardinha nos lugares de cidadania interpretando-os como seus e como sendo eles, pobres diabos mentais, insubstituíveis. Tão ou tão pouco que graças á persistência cega desta democracia de mediocridade e prepotência, ajudaram e levaram o país á bancarrota. E não fosse essa Europa de que os ameaçados dizem tão mal agora, quando procuram fechar aflitivamente a torneira da bagunçada que tem sido, já não teríamos sequer o que comer.

De facto os socráticos foram dos piores nesta politica contra a política, não só porque foram os últimos, mas porque se instalaram e ramificaram deliberadamente sobre a asa dum pseudo engenheiro, por todo o lado. Muitos continuam nessas cadeiras, até temos exemplos deste pequeno poder no município onde vivemos, outros até já não serão socráticos, querem um seguro porque querem segurança para os próximos combates, ainda não se convenceram, talvez por burrice congénita, que a imoralidade não sobrevive sempre e que as famílias, cedo ou tarde mudam e transformam a imundice dos abusos, dos favores, da falta de escrúpulos, esse mundo sujo movido a telemóveis e cadeias de informações quase concelho a concelho, em coisas obsoletas e ultrapassadas. Como a Pide.

Dá-me vontade de rir quando os administradores, os directores e os autarcas se queixam da falta de meios. Depois de terem ajudado a afundar o país com obras sumptuosas e insustentáveis, com assessorias tão extravagantes como desnecessárias, distribuindo lugares aos amigos em concursos inquinados, esbanjando em compras de automóveis topo de gama, em festas e donativos, em apoios inconcebíveis ao mundo do futebol, em fundações maquiavélicas e muitas outras barbaridades, queixam-se agora da libertinagem que tem sido, em termos financeiros, a gestão deste país. Queixam-se deles próprios em absurdas tiradas dirigidas aos pacóvios, pensam eles, dos eleitores.

Isto demonstra apenas que a irresponsabilidade, a incapacidade e o sentido de Estado são do absoluto desconhecimento da maioria dos políticos ou pseudo políticos. Conhecem a politica no pior sentido, se é que muitas vezes reconhecem nela alguma coisa a não ser os seus próprios interesses. Da nobreza do acto, não lhe conhecem rasto.

Terá pois razão o cidadão Marques Mendes, que respeito como homem, ao falar da tralha socrática, é verdade que sim, concordo, mas não pode esquecer o mesmo cidadão que antes da tralha socrática outras tralhas não socráticas ajudaram a cavar o fosso onde estamos caídos. E daqui, é certo que nem o cidadão em causa pode escapar, fez parte inquestionável deste rio caudaloso que se foi engrossando até um incontrolável amazonas. Ele e a sua família política, não podem pôr, á boa maneira da língua portuguesa, o rabo de fora, tal e tanto contribuíram para o caudal desta torrente, porque de facto ela não foi uma súbita tempestade como a que aconteceu na Madeira ou recentemente em Génova (as tempestades acontecem em todo o lado) mas paciente e tacticamente urdida, com duvidosas decisões, rocambolescos episódios, gastos sumptuosos, abusos de toda a ordem. Exactamente a mesma tralha que o cidadão acusa!

Admiro-me que só agora se aperceba do naufrágio quando qualquer chefe de família que governa a sua casa com o suor do seu rosto, o teria calculado há muitos anos atrás! Mas nem o dito cidadão nem nenhum dos economistas da sua larga prole familiar o calcularam, tal como o não calculou a prole socrática ou guterrista! Por não saberem? Claro que não, apenas porque o não pretenderam saber. Para um país que não cria riqueza suficiente há muito tempo, há muito tempo se previa um destino cruel. Cruel, doloroso, amargo e vergonhoso, por muitas culpas que se atirem á Europa e aos mercados. Não é preciso ser especialista nem génio da lâmpada de Aladino para ter chegado a semelhante conclusão!

Foi toda esta tralha que nos governou e enganou durante sucessivos períodos eleitorais, quer a nível do poder central, quer a nível do poder local. A tralha socrática sobrevive ainda neste pobre município, uma tralha que só vai deixar o poder quando a cadeira cair de podre por imperativo duma lei, não se sabe quanto tempo vai durar, que procura corrigir os excessos mandando embora quem, quer moral quer civicamente, não teve o senso suficiente nem compreendeu o tempo para dar lugar a outros. Uma tralha politica que vive á volta de si própria, que se apoia narcisicamente em si própria, que se amanha entre a família politica com os gadanhos de anos e anos de vícios e de cegueira colectiva, uma tralha sem ideias, pendurada em favores e benefícios que chega a filhos e enteados com o despudor de quem se julga dono politico de tudo e todos.

É necessário também que os socráticos concelhios se vão embora e deixem abrir as janelas ao ar puro duma mudança radical e saudável, capaz de tirar o município duma doença crónica cuja rotina se baseia nos favores e no oportunismo político.

Terminada há muito a quimérica patetice de campos do golf sem sustentabilidade ou de nós rodo ferroviários inventados, é tempo de ajustar contas. Arruinadas as termas por conveniente e inacreditável entendimento entre eleitos e concessionários, ao que se juntou uma fundação de família politica para destruir a Mata Nacional do Buçaco, resta a retórica bacoca de quem tem dinheiro em cofre para dar milhões de euros por uma estrutura degradada para nela enterrar outro tanto sem que se vejam vantagens para o porvir municipal. Coisa que nem os próprios calculam.

Não só o país teve a beneficiar com o fim do socratismo, também os municípios beneficiarão com a extinção das metasteses dos seus tentáculos. O tempo em que a voz do dono passava por cima das decisões democráticas deve acabar de vez, dando lugar a uma prática transparente e saudável entre as forças politicas, quer no seu interior, quer fora dele, de modo a que interesses pessoais ou partidários não se sobreponham ao interesse geral. Cabe aos partidos esta prática profilática a caminho da democracia e da dignidade perdidas.

Luso,Dezembro,2011

publicado por Peter às 00:20
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