Sábado, 25 de Março de 2017

RIO DA MULA

barragem rio mula.jpg

Barragem do Rio da Mula , na Serra de Sintra ,

rega,desportos e fogos , por acaso igual á

Barragem do Vale da Ribeira na  Serra do Buçaco,

freguesia do Luso , para rega, desportos e fogos.

O MESMO.

Os espertos políticos da nossa Câmara, uma

anedota, acharam que não era necessária ,

agora sabe-se porquê, não há fogos, não há regadio

( a obra efectuada no Vale da Vacariça ficou sêca)

e quanto a desportos, diz o presidente,

o Luso-Buçaco deixou de ser destino turistico.

Ele ordenou, está ordenado ! 

Arranjaram a lagoa  da terra onde mora, e chega!!!  

Continuem a elege-los que vão longe!!!!

O Luso-Buçaco e  o concelho.

Estão garantidos!!!!!

 

 

publicado por Peter às 14:09
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017

ALICE

  ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

 028.JPG

Caro Presidente, estamos a chegar ao fim de um mandato a zeros. Zero de dívidas, zero de obras, zero de ideias, zero de crescimento. A meu ver, melhor seria dever o que se pode pagar com respeito pelas regras estabelecidas e ter feito alguma coisa. A gestão moderna não se faz sem o recurso ao crédito e a não utilização dessa ferramenta fundamental é mais passível de críticas que de elogios. Teria sido melhor para o território, melhor para o município, melhor para o emprego, melhor para o bem-estar, melhor para as pessoas aproveitar a realidade sem a patetice da dívida! Mas isso não aconteceu, o que de facto aconteceu foi o estagnar do concelho em edis a tempo inteiro, não sabemos quantos assessores e mais uns avençados que a pouca transparência política não deixa perceber. Uma hierarquia tão grande vista pela vez primeira no executivo da Mealhada para fazer zero, é muito mau, e assim se desperdiça o mandato em coisa nenhuma.

Este não é o caminho certo, caro Presidente. Pode ser a via da clientela que a partidarite quer ou a oportuna via que os votos anunciam, mas não é o caminho correcto para num concelho pequeno, carente e acrítico que precisa, ou precisava, dum executivo inteligente e activo e duma estratégia viva e ousada para visionar e empurrar um futuro. Tive a ousadia de pensar isso acreditando que a experiência adquirida lhe tivesse trazido confiança e iniciativa, hoje não ficaria bem comigo próprio nem perante os leitores se não corrigisse nestes maus resultados as previsões iniciais totalmente furadas.

O zero verificado é o fruto maduro duma acomodação politica não prevista nos dados da balança, um erro meu, não via então este concelho na paz podre em que vive quatro anos volvidos. Parado, inerte, incapaz, ancorado em fanfarronices balofas, com uma frota politica á espera do emprego numa terceira ou quarta volta mesmo sem o crédito duma carta de alforria. Digerindo azedas maravilhas de jantares politiqueiros, propagandas gratuitas, festinhas, futebóis e crismas de paróquia e zero de trabalho. Trabalho árduo não houve, medidas inteligentes também não, mal andariam os empresários se estivessem á espera do demagógico acto da política para fazer os negócios da venda do vinho e do leitão, já que a história da água é outra coisa e o pão, viste-o! Mas é tudo uma farsa da política assente na ruina dum passado comum que não diz nada, que não merece respeito nem continuação para ocupantes da conjuntural cadeira do poder.

As velhas estratégias que aguardam há duas décadas execução, um golfe, o nó rodoferroviário, os parques industriais de Barcouço e de Barrô, além desse pomposo Luso 2007, foram substituídos pela compra de lixo imobiliário onde a autarquia se especializa na criação de ratos e, na área de maior potencialidade do concelho, o Turismo, voltamos cem anos atrás com o arremedo de termas que hoje existe, mil e tal quartos a menos e outros disparates em que o município se envolveu na defesa do poder económico do capital que ironicamente nem temos, esquecendo os verdadeiros interesses das populações, dos empresários e investidores, bem como a herança de duas centenas de anos que recebemos de mão beijada. A gestão da última década, caro presidente, foi o desastre que está á vista. Nada acrescentou ao todo municipal, manteve apagado o fogo em todas as freguesias e continuou a tarefa de destruir irresponsavelmente a hotelaria e o turismo que tinham notório peso dentro dos nossos limites e mantinham postos de trabalho na freguesia termal, na qual está hoje claramente evidente o especial zelo político na sua liquidação e a total incapacidade para a defender. O contrário do que fazem todos os municípios por Portugal além! Porquê, pergunta-se? Querem transferir a freguesia  para onde?

Uma catástrofe abalizada por autarcas incapacitados ou intencionais? Os resultados á vista  são absolutamente contrários  aos interesses do território que ocupamos !

Talvez por não ser natural do concelho lhe falte o saber acumulado ao longo dos anos em muitas das pessoas que daqui são, que aqui moram ou daqui se espalharam mundo fora com a universidade da vida no bolso curricular, o trabalho, o saber e a necessidade de sobreviver nos alforges de famílias inteiras. Podíamos fazer um rol de gente daqui e de concelhos vizinhos, mas de nada valeria, nunca os conheceu, não os conhece, não são propriamente a sua história e muito menos a sua alma. Porém sem erros aritméticos eu refiro-lhe de forma concreta que neste município existiram mais de mil e quinhentas camas de hotelaria, freguesia do Luso incluída, e hoje, incluído o seu tempo de autarca no activo, destruíram-se, e não existirão mais que duzentos ou trezentos contando com as camas casuais ou camas de horas. Esta realidade, que naturalmente não lhe pesa, espelha a diferença que existe entre quem viveu a história, participou da história e aprendeu na história e quem pouco sabe sobre o que se passa á sua volta, particularmente nesse mundo relativamente recente e rico, a que damos o nome de turismo.

Nesta matéria, o que a política da Câmara tem andado a fazer são asneiras, tão ocas e tão vazias como os almoços leitoeiros das maravilhas onde pretensiosamente pretende meter o Buçaco como se o Buçaco fosse mais uma maravilha da mesa e dos banquetes. Além de não se comer nem beber, noutros tempos apenas os burros o faziam, o Buçaco é conhecido em todo o mundo há muito tempo e não é a Mealhada das maravilhas que o vai colocar no mapa mas exactamente o contrário caro Presidente. O Buçaco e as Termas sempre deram notoriedade ao município e são ainda hoje a sua potencial riqueza maior e o seu único destino conhecido além desse repasto a que se chama leitão. O meu caro amigo não entendeu ainda estas coisas comezinhas! Se o entendesse não fazia da Mata Nacional a barraca de farturas que anda a fomentar, zelava pela recuperação das termas, da fisioterapia, não gastava o dinheiro dos munícipes naquilo que não lhes pertence. Que o dinheiro não é seu , é de todos nós , deve-o  gastar bem, essa é a sua função, para isso foi eleito, para isso o escolhemos, não para se empinar numa política de saltos altos. Antes de cá chegar, muita gente do concelho fez este património comum que agora o caro presidente ajuda a destruir, ou não o defende, como era sua obrigação enquanto edil.

Depois o Buçaco é um templo, um templo botânico. Num templo há silêncio, adoração, paz e tranquilidade. É para admirar, usufruir, para amar e reflectir, é um lugar sagrado que merece o respeito. Como uma igreja é um local de culto, o Buçaco também o é, de culto e oração e de libertação !  Para arraiais chegou sempre a Ascensão, de resto, dispensa pisoteio, vendilhões de praça pública e promotores de negócios para lhes venderem corpo e alma transformando-o numa feira de vaidades. Deixemos as bacoquices, o empirismo, a senilidade política Se queremos estar dentro da cidade temos de falar e agir com a cidadania da urbe, com a clareza da palavra e da verdade, doutro modo nunca passaremos da aldeia que desejamos.

Depois, não vivemos no país de Alice, ninguém tira coelhos de cartola nem temos poços de petróleo, não somos árabes, sabe perfeitamente que nunca haverá dinheiro suficiente na autarquia para recuperar e manter a Cerca Buçaquina ou fazer a candidatura a património Unesco. Esta será apenas a sua presunção e dum partido que só existe na Mealhada de quatro em quatro anos, quando for necessário meter os votos na urna para escolher um amo já escolhido. Este ano parece que nem é preciso, a ditadura manda! Caminhos duma democracia afunilada nos pântanos deste país de sol! Mesmo assim, hão-de chegar ao Luso, transportar os amigos á sede do concelho frente á boca da urna. Como a política não tem vergonha, esquecem nessa altura que em quatro anos fizeram nas termas uma retrete pública, se entretanto acabarem a obra! Assim não vamos lá,  meu caro presidente!

Luso,Janeiro,2017

 

publicado por Peter às 21:07
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Sábado, 16 de Maio de 2015

TJOLOHOLMS SLOTT

DSC_0352[1]

 Se há alguma razão para inserir esta construcão neste blog 

ela  tem a ver com a época  da sua edificacão  entre os finais do

sec. XIX e os principios do sec.XX , coincidente com a obra

do Palace do Bussaco. NO caso do Palacio da foto, entre os

anos de 1898 e 1904. Situa-se na região de Halland, na Suécia,

a 30 minutos de distância da cidade de Gotenborg.

Foi mandado construir por dois sujeitos ,James Fredrik e

Blanche Dickson e é hoje um cartaz de turismo da região. 

Circundado por uma floresta nativa de grande dimensão, 

o castelo, chamado de Tojolohlms, pode ser visitado todos

os dias mediante o pagamento de seis euros , mas a floresta

bem como os magnificos jardins e parques envolventes  estão

livremente  abertos ao visitante.

Sem duvida outro modo de ver as coisas num país onde a 

primeira prioridade são as pessoas e a manutencão de

todo o conjunto patrimonial  e ambiental  é exemplar.

Aqui fica uma imagem  que me parece eloquente. 

publicado por Peter às 22:24
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

A BATALHA E O CONVENTO

DSC_0203[1]

E m segunda edicão com o apoio da Câmara

da Mealhada e a chancela da  Editora Minerva

de Coimbra, reaparece  no mercado o livro

"Bussaco A Batalha e o Convento",um  ensaio

 que aborda os sucessos ligados à invasão

juntando militares, religiosos  populacão 

nos dias conturbados que  se viveram  em 

Setembro de 1810.

 

publicado por Peter às 12:45
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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

1904-POSTAL

1904.jpg

 Este postal do Buçaco, carimbado em Lisboa Central em

23 de Junho de 1904 é do tempo da monarquia e dos primeiros

tempos também da existência do  Grande Hotel do Bussaco,

como é chamado na legenda. Tem quase 111 anos desde

a circulação e mostra a pujança da freguesia do Luso á época.

Deixamos o  postal para contrastar o mundo de então com

o mundo de declínio em que vivemos nos dias de hoje.

O espirito era bem diferente e as pessoas também, numa era

em que se davam primeiros passos no mundo da hotelaria

e do Turismo

 

publicado por Peter às 21:48
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

GABY DESLYS

 

GABY DESLYS,

AMORES DE REI NO BUÇACO

 

  A vida de Gaby Deslys passaria ao nosso lado, não fosse o facto de ter estado no Bussaco, em Agosto de 1910, acompanhando e de algum modo confortando os dias conturbados e difíceis do jovem rei D. Manuel II, a dois meses da implantação da República, naquele que foi na altura, um criticado devaneio amoroso do nosso último rei. È isso que pretendemos desenvolver em linguagem simples, conhecer em mais pormenor esse escondido evento do nosso património histórico local, numa tentativa de o aclarar perante uma opinião pública que, regra geral, o desconhece.

  Sem pretensões da exactidão duma aturada busca histórica, mas respeitando a pouca biografia acessível que se refere ao assunto, vamos começar por situar a acção no Verão de 1910, Julho e Agosto, apenas porque foi esta estadia, entre outras que se atribuem ao monarca, a mais prolongada e significativa.

  O rei deslocou-se a 12 de Julho para o Buçaco a conselho médico, e aqui se manteve até 23 de Agosto desse ano de 1910. Quarenta e dois dias.

   Era presidente do Conselho de Ministros Teixeira de Sousa que enviou para sua protecção 40 polícias de segurança, agentes da judiciária, uma força de infantaria e um destacamento de cavalaria. A 14, dois dias depois da chegada, correu em Lisboa o boato da eminência duma revolução, ao qual se juntou a notícia dum golpe de mão sobre o monarca, no Buçaco. Todas as forças ficaram de prevenção, porém a rebelião, tratava-se do levantamento de Machado Santos e Cândido dos Reis, foi adiada.

  Nestes últimos meses a situação política agravara-se de tal ordem que o reino era uma ruína, a desorganização total, Lisboa estava a ferro e fogo e todos os dias se aguardava o desencadear da revolta que milagrosamente tirasse o reino do lodaçal de corrupção e incompetência em que se tinha metido e da bancarrota que se avizinhava a passos largos. Iam passados mais de dois anos sobre o regicídio e a morte de D. Carlos e do príncipe Luis Filipe e continuava-se a nada esperar do herdeiro D. Manuel, preparado para oficial de marinha e não para reinar.

 A situação era de tal modo grave que, quando se pensou em arranjar casamento para o monarca, não se encontraram princesas disponíveis na Europa para vir morar para Portugal, um país tido como atrasado, ignorante, perigoso, ainda que o rei, apesar da sua juventude, fosse considerado um monarca instruído, afável, simpático, de bonita figura, que falava fluentemente o português, o inglês, o francês e o alemão.

   Ora foi neste ambiente difícil, até trágico e incógnito que  o rei , ou porque aproveitasse a estada ou porque a tenha  propositadamente provocado, reclamou a companhia  de Gaby Deslys,  uma bailarina da noite parisiense que, como iremos ver a seu tempo, tinha conhecido numa das suas passagens pela cidade luz. Não encontramos referência á data da chegada da diva ao Buçaco mas tudo indica que a permanência foi longa e o idílio prolongado.

Logo que chamada, a artista não se fez rogada e deixando Paris no sud express

desembarcou, eventualmente na estação da Pampilhosa, não há notícia e juntando-se ao monarca que se encontrava no Palace Hotel , instalou-se no Chalet de Santa  Teresa, edifício ainda hoje existente e que substituiu . aquando da construção do hotel, a ermida de Santa Teresa que ocupava aquele local. Ali permaneceu gozando da paixão que facilmente se apoderou de ambos. O rei tinha então 20 anos, a Deslys 27, a juventude por força e simplicidade, ambos de trato fácil e gentil, ela feita e experimentada numa vida dura mas cheia de êxitos, tudo de feição a que o romance, e um rei, seja mesmo dum pequeno e intragável país como Portugal, é sempre um rei, se apertasse e fosse por diante. De resto D. Manuel, como já se disse, era uma figura simpática, atraente, como se pode ver pelas fotografias existentes, e facilmente agradou á diva francesa, numa relação aliás, que, mercê da popularidade de que gozava a actriz no mundo artístico da época depressa deu origem a variados comentários, entre os quais se regista o do New YorK Times Herald  que a apelidava de concubina régia.

  O hotel do Buçaco, mandado construir pelo pai sob a gestão do ministro Emídio Navarro, a maior figura que o Luso alguma vez teve, dava os primeiros passos, que também foram os primeiros passos dos grandes hotéis em Portugal.

 Jardins, floresta e tranquilidade forneceriam o cenário das mil e uma noites, adequados aos subtis encontros amorosos e o Buçaco, como o teria sido em Sintra, foi o paraíso da sua libertação, aqui, com a vantagem de aproveitar a distância na ausência da rainha mãe Amélia de Orleãs , da padreirice lisboeta que diariamente o atordoava com sermões e pecados , longe de ministros , secretários e das clientelas que se movimentavam pelos meandros do poder em inventonas e matreirices sempre prejudiciais aos negócios públicos.

O rei registou nas suas memórias estes momentos de felicidade, dos poucos que lhe reservou o seu breve reinado.

  Ora como nem tudo são rosas nesta vida, também ao monarca os prazeres ficavam caros e a época não lhos perdoou. A medida que se foi tomando consciência desta relação real , as criticas , então como agora, não se fizeram esperar , e a ligação passou a ser alvo do descontentamento geral , onde sobressaiam as vozes tonitruantes  do partido republicano, mas também de progressistas e regeneradores, reconhecendo unanimemente a inconsciência  a leviandade do monarca , contrapondo aos luxos  e exageros da corte o estado miserável do reino. Tinham razão , mas á inconsciência  juntavam  ainda  a tradicional liberalidade dos Braganças no que respeitava a  excessos herdados

do rei D. Carlos , exemplo que o filho, dizia-se, se prestava a seguir. Jornais como O Dia ou o Mundo  não regateavam nas criticas e nos insultos , num país de facto caótico , ás portas da falência social e politica onde grassava o crime, a fome, a doença, a incúria.

  Paixão, que não agradava também á rainha mãe D. Amélia, consciente e farta da libertinagem do Rei D. Carlos, seu defunto marido, e comentava:“Vim a saber pelas más-línguas que Manuel ainda tem uma paixoneta por essa divazinha do music-hall parisiense, Gaby Deslys, de origem marselhesa, cujo verdadeiro nome é Gabrielle Caire. Correm boatos segundo os quais Manuel segue as pisadas do pai e os seus esforços políticos serão imediatamente anulados por isso”.

  Das razões do reino, este lúcido comentário da rainha ilustra bem o descontentamento, mas sobretudo a falta de discrição no tratamento duma questão que, não fora a época conturbada em que aconteceu, talvez não tivesse ecos nem gerado tantas criticas e comentários como veio a acontecer.

  On-line em  BUÇACO,blogs, sapo.pt

publicado por Peter às 22:07
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