Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017

DO LUSO AO BUÇACO

RSCN5113[1].JPG

Este buraco no muro é a principal entrada de peões dentro

da Mata Nacional do Buçaco  para quem vai do Luso.

Tem a duração de cinco anos e a fundação ou afundação

politica que toma conta deste património ainda não teve

dinheiro para compor esta porta. Este e muitos outros 

buracos existentes no mesmo muro que cerca o bosque

são obras da entrega dos bens do Estado a curiosos bem 

pagos pelos nossos bolsos de contribuintes...

RSCN5115[1].JPG

 Para ter uma ideia mais completa aqui está o mesmo

buraco visto pelo lado contrário, isto é, de quem desce por

um caminho abandonado pelo braço politico da Câmara da

Mealhada, a dita fundação ou talvez afundação.

RSCN5116[1].JPG

...e já agora muro e vereda na parte interior da Mata, antes da

mesma saída da Mata Nacional...o lixo faz parte do quotidiano

da paisagem, os caminhos são pedras ,raízes e buracos,

as escadas armadilhas...e ninguém imagina a gente que por

ali passa...

RSCN5112[1].JPG

Uma segunda entrada na Mata Nacional para quem vai do 

mesmo local, do Luso, é o velho Portão dos Passarinhos,

hoje mal identificado e fechado a cadeado para que os 

'selvagens' habitantes das termas do Luso não vão tirar

as árvores e a lenha que a fundação abate diariamente.

RSCN5111[1].JPG

Uma terceira porta , a Porta das Lapas, é a que vemos nesta

fotografia, em muito bom estado de conservação, sem portadas

sem vidros, sem janelas e de interior também excelente,

conforme a foto seguinte  que uma janela aberta por

esquecimento deixa  observar.

DSCN5107[1].JPG

 Como se vê qualidade indiscutivel, talvez a confirmar umas

declarações da Cãmara da Mealhada pela voz do seu 

presidente que resolveu  através duma entrevista despromover

o Luso e o Buçaco de  destino turistico . Não se sabe hoje o 

que são as termas ou a Mata nas mãos da autarquia,talvez

lixo no  entanto, segundo as contas  da mesma, entregou no

ano passado ao seu braço político, a Fundação, duzentos e

cinquenta mil euros. Como a transparência dessa politica

foi recentemente classificada em 48% de clareza, o destino

dessa verba terá ficado nos 52% de intransparência, tal

como os centavos litros de água que vão das águas do 

Luso. Não é matéria liquida se estas transferências de

dinheiros públicos  são legais, um dia se verá...

DSCN5094[1].JPG

Para terminar e porque fica perto da primeira entrada 

a partir das termas do Luso, deixo uma imagem  do teatro

avenida hoje, depois de cair sobre a plateia e alguns

antigos camarotes, mais um pedaço do telhado.

Sinceramente, não sei para que elegemos uns políticos

nesta freguesia e neste concelho que parece entrarem

e sairem calados do areopago municipal. Acho que lhes

pagamos alguma coisa para defesa da terra e discussão

dos seus problemas , mas nada!!

 

publicado por Peter às 21:38
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

ÁLCACER QUIBIR

alcacer quibir.jpg

 Há dias  felizes ! Aconteceu no Buçaco pela mão

da afundação que trouxe á mata el rei D.Sebastião,

Mulei Moluco, o sultão, e o  velho cantor Cid para

em conjunto festejarem não se sabe o quê...

A verdade é que nem no Inverno deixam descansar 

a floresta como mandam as regras da recuperação

dos espaços verdes pelo mundo fora. A sofreguidão

e a ignorância são  tantas que o Buçaco irá  acabar

como acabou o rei em Alcacer..

Parafraseando Camões a propósito do desastre :

"Enfim, acabarei a vida e verão todos que fui tão

afeiçoado á minha Pátria  que não só me contentei

de morrer nela mas com ela"

 

publicado por Peter às 18:52
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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2016

DESTRUIÇÃO DO BUÇACO

 

RSCN4704[2].JPG

 O Portão dos Passarinhos uma velha entrada da Mata

Nacional do Buçaco com um portão fundido em Lisboa

há dois séculos. O embude é para não se poder entrar

e ver a miséria dum interior abandonado á incúria e

irresponsabilidade duma afundação.

DSCN4691[1].JPG

Esta outra porta , chamada do Luso  porque dá acesso a

partir da vila, ruiu há uns anos largos e a mesma

afundação não teve dinheiro para a reconstruir , portais

muros e degraus incluidos. Então, retirou o esterco e fez

o esterqueiro  turistico que mostra a foto.

O Buçaco passa por uma gestão  de irresponsabilidade

total perante um património nacional  de valia 

turistica e económica.

 

publicado por Peter às 14:34
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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2016

BOLA DE FOGO NO BUÇACO

 

DSCN4644[1].JPG

 Esta fotografia (11/8/16) batida nestes dias quentes que assolam a região  com inúmeros fogos,contradizem em absoluto as palavras exibicionistas dos responsáveis da  afundação do Buçaco e confirmam a incapacidade e a falta de dinheiro de quem gere para recuperar os cento e cinco hectares do parque botânico, um templo ambiental em plena zona centro do país. O espaço fotografado, no lugar chamado Porta das Lapas, que hoje é uma casa florestal em ruinas, tem a jusante da ribeira que ali passa o antigo sitio das hortas, propriedade da Mata Nacional e de tal forma deitado ao esquecimento e abandono que passou a constituir uma bomba atómica no que diz respeito ao actual estado calórico, capaz, a qualquer momento, de introduzir  pelo Vale dos Fetos acima uma fogueira dantesca.Quem não conhece, tome a estrada que do Luso conduz a Penacova , estacione num pequeno parque junto á Porta das Lapas e do lado oposto da estrada veja e analise as excelentes condições de propagação dum fogo.Creio que a afundação, como faz com a Porta que lhe está adjacente, não conhece ou tenta não conhecer este como outros locais da Mata Nacional , gerida por uma fundação partidária nascida nos tempos socráticos.Ficam as fotos, para ilustrar  as palavras.

 

publicado por Peter às 22:00
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016

EXPOSIÇÃO ESTIVAL

frade.bmp

 

publicado por Peter às 16:40
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016

ROMARIA DA ASCENÇÃO

CSC_0225.JPG

 

O Dia da Ascensão foi sempre uma festa da Bairrada, pode-se dizer a mais participada romaria da região. E foi igualmente uma festa livre, uma festa do povo para o povo bairradino sem que se lhe colasse alguma vez a petulante política que anda por aí agora a descobrir coisas velhas que são da tradição dos povos para se lhes vestir uma casaca partidária como se fosse coisa de sua autoria e propriedade. Não posso concordar com esta comunização da cultura popular nem com a tomada abusiva dos usos e costumes que lhe dão suporte e valor. Isto não é uma Bastilha para ser tomada assim de pé para a mão porque afinal o que é do povo ao povo pertence e quando não houver povo, mesmo que por hipotese subsistisse a política, não haveria a Festa da Ascensão, acabaria com ele. Há que respeitar os deuses, os oráculos e as populações que estão acima dos serôdios politiqueiros e de oportunistas fundadores nestas questões que não lhes pertencem e separar devidamente o que é do trigo e do joio é correcto e conveniente.A Romaria da Ascensão foi sempre uma festa da Bairrada e de liberdade e tal como o leitão é um produto regional , a romaria é da região e não deste ou daquele municipio , é preciso que quem conjunturalmente manda saiba respeitar a tradição e os valores que dizem respeito a todos e que são efectivamente sua pertença, neste caso de dimensão regional.Em 1860 andavam por aí Guerra Junqueiro, Tomaz da Fonseca e outras figuras nacionais de mão dada com o poeta Manuel Alves de Vale de Boi, da freguesia da Moita, Anadia, grande amante da Mata que, dentro do seu estilo peculiar, foi o seu maior cantor. Juntavam-se forasteiros em comboios especiais vindos do Porto, Figueira, Leiria Pombal e outras terras . Mas era da sua Bairrada que vinham a maior parte dos ranchos , desde Anadia a Oliveira do Bairro, Agueda , Aguada ou Belazaima, Oiã, Mamarrosa, Moita, Mealhada , Ventosa , Cantanhede e muitas outras localidades da região. Os mais novos em animadas marchas e cantares, elas com os cestos á cabeça e os mais velhos ,com a experiência de anos e anos de subidas ao monte, certos a dirigir os romeiros e a procurar o chão que ia servir de mesa do almoço. A meio da manhã, do Convento às Portas de Coimbra andava um mar de gente aos encontrões entre vendedores de tudo o que fosse quinquilharia, brinquedos, bolos , bebidas, flores de papel, etc ,etc num frenesim que se prolongava tarde fora sem tristes fundações a comandar pessoas e lugares.O dia da Ascensão era ainda uma festa da família. Minha avó Teresa do Réu, matava o melhor capão da capoeira, um exemplar de crista eriçada e penas coloridas que mais parecia um faisão, minha mãe assava uma galinha no forno e as minhas tias maternas aligeiravam umas pataniscas e bolos de bacalhau ou umas feveras de porco ainda da matança do Natal. Juntavamos os farneis dentro dos cestos de verga no cimo da avenida Navarro esperando uns pelos outros e dali , manhã no inicio, integravamos o cortejo que nos levaria á Fonte Fria e ao Convento. Era na parte primeira do percurso ,quando se galgavam vagarosamente as escadas do Teatro Avenida, que se mostrava a miséria dum povo na sua legitima manifestação de pobreza e abandono. De facto, todo o escadório que conduzia á entrada da floresta, estava apinhado de pedintes, de estropiados, mutilados , gente com feridas expostas, tumores abertos , cegos , pernetas e manetas mostrando pruridos dos cotos , todos pedindo e gritando alto e bom som , de degrau em degrau e de mazelas expostas ajuda aos forasteiros. Estes lázaros, desprotegidos da sorte e espelho dum país e seus algozes, eram uma antecâmara que separava espiritos , ainda medievos em temores ancestrais, dos folguedos pagãos que se iriam seguir. Metiam-me medo as suas reais representações, em direto para um público que passava e deixava , se podia, uma esmola salvadora para descarga futura da consciência própria, se bem que, umas dezenas de metros acima, já embrenhados no arvoredo da mata, as cenas se fossem no fosso do esquecimento e do cansaço .Mais tarde, em pleno centro da circunstância, além do caminhar em redor do Convento, onde se misturavam os romeiros da Beira Alta , era sacramental seguir ao longo da Avenida do Mosteiro á Fonte da Samaritana e finalmente ás Portas de Coimbra , donde se abarcava a paisagem até á orla marítima. Era ali , sobre as ervas e flores do enome miradoiro ou nas suas redondezas , que nomalmente se estendiam as toalhas , se espalhavam caçoilas e utensílios e se saboreava paulatinamente o que de melhor se trazia da cozinha doméstica. O meu avô Ze Maria, que chegava com dificuldade ao repasto, mesmo trazido por algum dos meus tios de Lisboa, cofiava o bigode esbranquiçado e sentava-se contente ao lado da dona da casa a garantir a tribo reunida. Cantavam pessoas e ranchos numa harmonia comum e a meio da tarde , recordações guardadas e varapaus em riste , começava o movimento contrário com toda aquela gente em debandada serra abaixo , os ranchos tocando e dançando para alegrar as almas e facilitar o caminho de regresso , ás vezes noite cerrada pelos recantos dessa longa Bairrada onde acabavam em marchas e em bailes antes do sucumbir a um cansaço evidente. Podiamos contar neste resumo histórias e anedotas , de lutas , de pancada , do vinho ou do amor, mas não cabe no espaço essa aventura , seria um trabalho árduo e moroso , na verdade um romance de vida desta comunidade bairradina que espalha o habitat no vale do pequeno rio Cértima, entre o Mondego e o Vouga. A quem na realidade pertence a Romaria da Ascensão do Bussaco é ao seu povo simples , alegre e laborioso.

 

publicado por Peter às 17:47
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Quinta-feira, 24 de Março de 2016

PORTA DO TELEGRAFO

porta telegrafo.jpg

N o ponto mais a sul da Cerca  do Cenóbio  do

Bussaco situa-se a antiga Porta do Telegrafo  que

dava acesso ao posto de sinalização óptico

telegráfico da linha de comunicações  entre Lisboa

e as provincias nortenhas.

Foi abandonado no ano de 1856 quando chegou a

Portugal a telegrafia eléctrica e a porta de acesso

foi emparedada tal como se pode ver ainda hoje

pela fotografia acima.

Quem pretender alcançar este lugar pode fazê-lo

a partir da Porta da Cruz Alta seguindo o muro

na direcção do planalto, ou subir a encosta 

a partir da casa do guarda da Porta de Sula, quer

pelo lado de fora do muro, quer pelo interior da

Cerca, em ambos os casos seguindo o muro.

Nas suas imediações se mede a altitude

máxima da serra.

publicado por Peter às 18:42
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Sexta-feira, 18 de Março de 2016

PORTA DE SULA

sula3.jpg

 Das mais antigas Portas do Cenóbio Carmelita

 esta   entrada deve o seu nome á proximidade

da aldeia de Sula e dava acesso ao Convento  do

lado nascente , em contraste com as Portas de

Coimbra do lado poente da Cerca.

Durante a batalha do Bussaco os muros laterais

foram rasgados até ao meio a fim de permitir uma

melhor defesa   e na esplanada á sua frente foi

construída uma paliçada com  troncos de carvalho

mais um obstáculo á arremetida dos  franceses que

chegando perto do local não conseguiram no

entanto ultrapassar esta barreira.

Em 1875 a Porta foi restaurada , mas nos   dias de

hoje o seu estado de  abandono  dá lugar ao

despreendimento e queda  dos embrechados de

pedra negra e branca  das fachadas exteriores.

Subindo a serra a partir deste local vamos 

encontrar no planalto a antiga Porta do Telegrafo

e depois a moderna Porta da Cruz Alta. Em sentido

contrario, descendo junto ao muro, chegamos

á Porta da Rainha e depois á Porta do Serpa.

 

 

 

publicado por Peter às 22:00
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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

ESTÁ TUDO GROSSO...

 

003.JPG

H á dias esteve no Buçaco mais um político a

convite de alguém , não sabemos quem ,mas

veio declarar mais uma vez que o Buçaco vai  

ser património da Unesco. O homem , que é ministro

da cultura , até marcou  data , 2017/18.

Por acaso o pai já cá veio há vinte anos atrás fazer

o mesmo, e como em Abrantes, está tudo como

dantes. Haja deus!!!!!!

Pois, eu já vi  no Buçaco o presidente  pai

em  várias ocasiões, o presidente Ramalho Eanes

em várias ocasiões, o presidente Jorge Sampaio, 

o presidente Cavaco Silva, até pavimentaram um

pedacinho de estrada para este sujeito não 

ver a sujeira do resto. Veio o  ministro Guterres, 

o ministro Socrates, uma ministra Cristas quando

governo caiu e outros que agora não me vêm

á ideia. Todos  comeram, olharam e prometeram

e afinal , Pinóquios, não fizeram nada de nada.

Porque razão se pode acreditar  agora neste

morgado  que acaba de demitir, porque lhe

apeteceu, um homem que nos últimos anos

colocou a  Serra de Sintra num brinco?

Será que viu o desastre do Buçaco  e a sua

degradação ou veio pela Unesco e para mostrar

serviço ? De certeza , que o desastre não o viu,

se o tivesse visto de  facto não poderia  prometer

nada para 2017 ou 18 ou 19 ou 20 . Não vale a 

pena chegar aqui e mentir quando se sabe

que não tem dinheiro no seu ministério para

pagar a cultura, quanto mais a agricultura !!!

Chegou, almoçou, cantou e foi-se embora.

Mais um para acrescentar ao rol !!!!

Quem tem duvidas, dê uma volta pela Mata

Nacional e faça o seu juizo!!!! 

Razão razão tinha a Ivone quando há uns

anos cantava:

este país , é um colosso, está

tudo grosso, está tudo grosso!!!!!!!!

 

publicado por Peter às 11:18
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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2016

CRUZ ALTA

cruzalta guarda.jpg

 Um velho postal da Cruz Alta com mais de cem 

anos de idade (foto tirada do exterior do muro)

No pedestal,  distinguem-se duas pessoas, uma

de cada lado da  cruz.

publicado por Peter às 11:34
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