Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2015

SENHORA DO LEITE

 

578714_10200816698774369_430988793_n

A incuria duma fundação politica na Mata do Buçaco destruiu

este belo quadro seiscentista da pintora Josefa de Óbidos.

Não há responsaveis ,tal é o despudor !

Como se lembra o leitor na véspera de Natal de 2013

ardeu no Convento do Buçaco o quadro de Josefa de Óbidos

denominado Senhora do Leite. A esse propósito, a Policia

Judiciaria tornou  agora público o resultado das

investigações levadas a cabo ,  e que foram inconclusivas.

Informa  o mesmo organismo que não foi roubo, como chegou

a presumir, nem um curto circuito que deu origem ao

incêndio que assou por completo a imagem da senhora ,

do peito e do menino, mas  provavelmente

o reacendimento duma vela.

Milagrosamente? Não o diz, mas talvez , uma vez que o

quadro  estava a céu aberto exposto á intempérie, sem

guarda nem seguro e com 

chuva a cair-lhe em cima. Só uma vela e a graça dos

representados seria capaz de queimar  a pintura

seiscentista que podia valer na pior  porta até cem mil 

euros. Era uma obra datada de 1664 com assinatura

da famosa pintora e para além do Buçaco foi o país

que saiu mais pobre.

Pelo que se vê, o abandono, o ceu aberto a chuva e

a  inexistência dum seguro apropriado, não traz culpas

a ninguém, pode-se estragar, delapidar, queimar, destruir

que a culpa vem a ser duma vela que

se reacendeu por si própria ! É que não havia porteiro!

Para completar a informação, a Câmara da Mealhada, com

o dinheiro dos municipes ,acabou de compor o telhado

acima do fogo, agora, quando não há mais nada para

guardar! Este é o Portugal dos nossos dias!!! Cada vez

mais pequenino!!!

 

 

publicado por Peter às 20:44
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 18 de Novembro de 2014

VALE DOS FETOS

2.jpg

Uma imagem do Vale dos Fetos  de tempos não muito 

longinquos...a pedido para matar saudades!

publicado por Peter às 19:36
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014

SUA EXCELÊNCIA

cisne.jpg

Sua Excelência o Cisne Branco passeia-se no Lago da Fonte 

Fria num fim de Verão de luminosidade crepuscular e de calor.

É o rei daquele espaço que se prolonga até um segundo lago, 

á espera  de  cuidados. O pato não olha a isso e deambula

sobre as águas   com a tranquilidade do que é, um cisne branco.

publicado por Peter às 18:32
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

FRUTOS DA ÉPOCA

CSC_0136[1]

 Apesar de não ser zona tipicamente de castanheiro, alguns

subsistem na Mata Nacional do Buçaco. Noutro tempos de apanha

livre, hoje, á ordem da fundação, ignora-se o destino.

publicado por Peter às 19:25
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 12 de Outubro de 2014

LUSO

DSCN3008.JPG

Uma fotografia recente das Termas do Luso , encostas da Serra

do Buçaco , sede da freguesia, que passa por momentos dificeis

no actual contexto, tal como a Mata Nacional.

publicado por Peter às 16:12
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 16 de Setembro de 2014

A SAGA DO BUÇACO

A saga do Buçaco continua com a escolha dum terceiro gestor da fundação, tarefa que coube á autarquia da Mealhada definir. Depois de duas experiências com dois excelentes presidentes, acreditando nas palavras dos edis em posses anteriores, eis um terceiro igualmente adjectivado e com enorme percurso curricular. Uma rotina.

Respeitando as pessoas e a sua boa vontade, como cidadão desta pequena freguesia, mas sobretudo como cidadão do país, fica-me a dúvida não só sobre a eficácia do mando como sobre os motivos que levaram a Mata Nacional do Buçaco á degradação em que se encontra desde que o Estado se demitiu das suas obrigações e a deu á curiosidade duma gestão alheia. Será que a Câmara pretende fazer experiências até á sua delapidação total? Um Buçaco cobaia, como tem vindo a ser, é um atentado ao património classificado e á cidadania.

Excluo a delapidação natural do vendaval, não foi a primeira nem será a última, mas sim delapidações como a sua não recuperação, o fim do quadro de Josefa de Óbidos que ardeu exposto á intempérie e sobre o qual não há responsabilidades apuradas. E onde estão a conservação, a limpeza, a reflorestação, a qualidade das gestões enaltecidas? Ermidas em ruinas, muros no chão, silvas progredindo, caminhos rebentados, portas por reconstruir serão exemplos? E a incapacidade de resolver uma questão como a estrada da Cruz Alta, intransitável em plena época turística? Pergunto enquanto cidadão se alguém responde pelo património, e a resposta é não. É evidente que não há responsáveis, entram e saem, não são sequer eleitos, são apontados de boca e ninguém lhes pede contas pelos actos praticados. Chega de experimentações, de ensaios, de irresponsabilidade, a Mata corre sério perigo!

Por várias razões, este modelo de gestão não serve ao Buçaco, o primeiro dos quais reside na propriedade do bem, o Estado. A Mata é Nacional, é á Nação que compete gerir o espaço, ser por ele responsável e por ele responder. Só num país sem sentido de Estado, como é o Portugal destes tempos, isto pode acontecer. Medida por princípios onde falta ética e seriedade política elementar, é uma tolice para a autarquia esta precária fundação.O município não tem massa crítica nem dimensão que lhe permita fazer gerir um espaço maior que os seus limites culturais, como no caso do sapateiro, a autarquia quer ir além da chinela e o resultado está a vista. Em vez de se regozijar com uma alteração estatutária que em Abril lhe abriu as portas para gastar o dinheiro dos eleitores no Buçaco, a autarquia faria melhor intentando uma acção contra o Estado que se demitiu de o fazer pelo mesmo decreto-lei retirando a sua contribuição anual com verbas do orçamento. Cabe agora à Câmara fazê-lo do seu próprio bolso, liminarmente, substitui-se a obrigação estatal pela cegueira da ambição autárquica! O legislador aproveitou e estendeu o anzol! O dinheiro dos munícipes a ser gasto num bem que não lhes pertence! Entre outras, esta será a última das razões porque o modelo está errado e feito em prejuízo dos habitantes deste concelho.

Se ao orçamento da autarquia, se retirar o que o Buçaco necessita de investimento de curto prazo para uma séria recuperação, a Câmara corre riscos de ter que fechar as portas, o dinheiro não chega e ponhamos já de parte o património da Unesco e em causa a independência do gestor! À falta de mecenas, nem uma dúzia de orçamentos, nem uma dúzia de anos, chegarão para concluir o processo do pedido de adesão. No mínimo!

Pegue-se onde se pegue, não se vê qualquer vantagem no modelo e os resultados obtidos são lamentavelmente maus, quer considerados em termos de qualidade do espaço, quer no contributo turístico que já proporcionou ao Luso e ao Buçaco em tempos. Também a real despromoção para municipal, em termos de credibilidade do recurso turístico vai trazer menos valias. A mulher de Cesar não pode apenas parece-lo!...Uma derradeira questão em relação ao edifício do Palace cujo usufruto e conservação pertencem á fundação. Quanto á receita nada a dizer, mas quanto aos custos das obras de manutenção necessárias?

Serão para o munícipe concelhio pagar?                              Luso,Setembro,2014

  

publicado por Peter às 18:58
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014

SACO BUS...

 

Já não és Saco Bus  Buçaco amigo
esganou-te a gola o vento  e o trovão
pior porém que os deuses , de inimigo,
o homem fez de ti experimentação
 
na prática és um órfão  e partido
rebatizado em nome sem razão
teu cerne é um passado destruído
entregue a  uma madrasta afundação
 
o templo ruiu pelas arcadas
esquecidos ocupantes seculares
de José foi-se o cedro e pinceladas
 
arderam de Josefa nos altares
e á Cruz Alta se acede não por estradas
mas por crateras fundas e lunares.
 
  
publicado por Peter às 00:38
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 7 de Setembro de 2014

ETIMOLOGIA DE BUÇACO

 

 A Ermida do Sepulcro  assenta os seus alicerces sobre rochas compactas  que caiem abruptamente sobre a encosta da serra formando pitorescos recantos  seguindo o desenho destas estruturas básicas. Aqui uma pequena gruta, ali uma saliência que alberga uma vista peculiar, acolá um abrigo de exuberante vegetação. Mas na parte posterior da Ermida que pende para as Portas de Coimbra  a uma loca maior se dá desde tempos antigos o nome de Gruta ou Toca do Negro. Diz a lenda que os séculos forjaram , que em tempos imemoriais ali procurou segurança um negro salteador  que aproveitando as noites escuras da floresta partia em demanda de bens sobre as aldeias vizinhas ou sobre exemplares dos rebanhos qque subiam a montanha na procura de melhores pastos.

Uma segunda versão da história chama ao mesmo local a Cova ou a Toca do Boçal, aqui retirando a cor negra da pele ao bandido que de igual moda assolava as aldeias vizinhas provocando os mesmos efeitos. Retirado o negro da história, eles só chegaram á Europa no séc.XV , a etimologia andou para trás no tempo , acertou-se com as gerações até ao século X  e o nome Bussaco atribui-se então ao termo Boçal. Dele terá , através de várias transformações semânticas, surgido Bussaco. Mas eis que uma nova versão etimológica romantiza ainda mais o assunto, agora afirmando que um velho e bom homem  nascido nas redondezas da serra, a costumava frequentar  tornando-se asceta por conta própria e deixando o seu povoado e o seu lar embrenha-se em penitência pelos bosque do Bussaco de comunhão com um rigoroso jejum , abstinência e oração.No regresso, perguntando-lhe  vizinhos e familiares  sobre o que vira no ermo, o velho, cofiando as barbas esbranquiçadas que lhe chegavam seguramente  ao tornozelo, erguendo as mãos ao céu balbuciava como se fosse  uma prece”…daquele monte saco bus”. E repetia”…daquele monte saco bus…daquele monte saco bus…” Sucessivas repetições e arranjos ortográficos e fonéticos chegaram  ao actual Buçaco.

Finalmente a última versão para esta etimologia complicada aponta  o lugar de  Sublaco, perto de Roma e onde S.Bento passou três anos em rigorosa penitencia formando a Ordem dos Beneditinos, a origem do nosso Buzzaco, Buzaco,Bussaco e hoje Buçaco derivado aqui do dito Sublaco , que ainda hoje existe.Esta derradeira teoria  era defendida pela poetisa Bernarda Ferreira de Lacerda que no seu livro” Soledades do Bussaco”, diz:

 

En aquele siglos de oro

E venturosas edades

Qual el de Lacio Sublaco

Solia el monte llamarse

 

No ano de 919, num documento em latim bárbaro, surge o nome Bussaco numa doação do lugar de Gondelim feita por  Gundesindo e outros ao mosteiro de Lorvão que  diz:”…com suas valles que discurrunt de monte Buzaco”     ( Portugalie Monumente Historica,vol. 1 pág. 14)

 

No ano de 974 ,num testamento transcrito da mesma obra , lê-se”…Inter uimeneirola et barrio ripa vacariza suptus mons buzaco.

 

Noutro testamento de 1002 , lê-se :…” in loco predicto  vacariza  subtus monte nuncupato buzaco…”

 

Remontam aos mais antigos documentos escritos respeitantes á região  , diz Frei João do Sacramento” …um pico ou cume de sorte elevado que descobre , e é descoberto de grande parte do reino.

 

Alberto Pimentel, um poeta da floresta sagrada pôs em verso uma versão da história.Ei-la:

 

Não havia em toda a terra

Como aquele,um santo velho

De mais prudente conselho

De mais pio coração!

No seu doudejar sem tino

Quando o mundo o enfastiava,

Lá se ia o peregrino

A viver na solidão…

 

O que ele dizia aos troncos

D’essas árvores gigantes

Nos muito doces instantes

Do seu meditar ali

Ninguém o sabe,mistérios!...

Se não podemos sabe-los,

Não posso eu escreve-los

Nem relata-los aqui…

 

No meio da espessa mata

Tinha ali a sua ermida

A chama-lo á santa vida

Dos que vivem para Deus…

E o seu corpo já cansado

Ganhava força e alento

Sentindo a bênção dos ceus!...

 

Se o corpo ganhava tanto

Naquela tão doce calma,

Muito mais ganhava a alma

Da solidão no crisol!

Que o velho na sua ermida

Passa uma existência santa,

Desde que o sol se levanta

Até que se extingue o sol!...

 

E quando voltava ao mundo

E descia ao povoado,

Vinha o velho tão mudado

Tão airoso!Tão gentil!

Que agente pasmava ao vê-lo

E rezava o padre nosso

Vendo o velho feito moço,

O gelo tornado Abril!...

 

-Remoçaste! Vens mudado!

Tens mais pretos os cabelos!

Os olhos luzem mais belos!

Que diferença! Jesus!

Tem condão a tua mata!...

Então o velho sorria

A quem falava,dizia:

-Do meu monte-saco bus.

 

Cre-se que destas palavras

Duma santidade estranha,

Veio á sagrada montanha

O nome que hoje lhe dão

De Bussaco! Por memória

Daquele santo tão velho

De tão prudente conselho,

De tão pio coração…

publicado por Peter às 00:47
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 9 de Agosto de 2014

ERMIDA DA ASSUNÇÃO

Ermida de Nª Srª da Assunção, fundada pelo Conde de Miranda

D.Diogo Lopes de Sousa que deixou de esmola quarenta

alqueires de trigo, pagos anualmente para sustento do ermitão.

É hoje uma edificação despedida , em ruina completa,

acima da Fonte Fria. (Novo Guia Histórico do Buçaco)

 

O interior da mesma Ermida e uma pergunta :

Onde estão os milagres e a eficiência das fundações???

Para que servem?

È assim que se respeita e reconstrui o património?

 

 

publicado por Peter às 19:28
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014

ALEGORIA da FLORESTA

 

 

 Para finalizar a série de poesias respeitantes aos 

jogos florais da Emissora Nacional de 1949,realizados

no Buçaco, aqui fica  um poema  cujo tema era 

alusivo ao próprio local onde foram realizados .

Este trabalho recebeu o segundoprémio do concurso.

 

ALEGORIA DA FLORESTA SAGRADA

 

Eis-vos ainda,ó águas da corrente

Que banhava as raízes de Evilath...

Como se a Fonte viesse, eternamente

Do Fison,à planície de Evilath.

 

São ainda estes cedros os primeiros

Que deram sombra aos olhos da Mãe Eva...

E são ainda os troncos verdadeiros

Das primitivas árvores da treva.

 

Terra virgem de lágrimas doridas

Que os ohlos inocentes não choraram...

Ò folhas da floresta sacudidas

Pelo vento das ondas que pararam!

 

Ó àrvores da noite que morreu

Na distância do mar que o luar banha,

Dizei-me,em qual de vós deixou Orfeu

A lira de oiro, aos ventos da montanha?

 

Da Serra, aos longos vagos da planície,

A música de Orfeu é onda e cor...

E lá onde a distância for maior,

Mais longe abrange a sombra de Euridice.

 

Já no silêncio acorda a voz de Pan

O seu grito satânico de origem.

E da Cruz Alta aos raios da manhã

doiram toda a floresta de luz virem.

 

Portas do Céu,Portas do Sol, abri-vos!

Soltai Ninfas, Centauros e Naíades,

E deixai-nos cantar novas saudades

E o puro amor dos mortos e dos vivos.

 

Venham também, entre clarins e guerra,

Lusitanos espectros, e galopes

De cavalos galgando o Céu e a Serra.

Montados por fantasmas de Ciclopes.

 

Cale-se ao longe a velha voz do oceano!

Erga-se, à luz , o sangue das batalhas,

Que vai passar o peito lusitano,

Constelado de sóis e de medalhas!

 

E tu,montanha;e vós, deuses pagãos

Da Floresta Sagrada; e vós,ó naves

De penumbra,onde acordam cantos de aves,

Ajoelhai o silêncio!...erguei as mãos!!!!

                                (Duna de Castro)

 

     

 

 

 

publicado por Peter às 22:45
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. SENHORA DO LEITE

. VALE DOS FETOS

. SUA EXCELÊNCIA

. FRUTOS DA ÉPOCA

. LUSO

. A SAGA DO BUÇACO

. SACO BUS...

. ETIMOLOGIA DE BUÇACO

. ERMIDA DA ASSUNÇÃO

. ALEGORIA da FLORESTA

. QUADRAS SOLTAS

. TRÊS PRENDAS

. DESLUMBRAMENTO

. TRANSFIGURAÇÃO

. ACONTECEU POESIA

. Srª da VITÓRIA

. BUSSACO

. CENTENARIO

. CRUZ ALTA

. A MORTE NO BUÇACO

. JOSEFA DE ÓBIDOS, FOGO OU...

. CRUZ ALTA, MANHÃ

.arquivos

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Outubro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Janeiro 2012

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Julho 2011

. Abril 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Julho 2009

. Junho 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. todas as tags

.favoritos

. ♥ Lay all your love on me...

.links

.as minhas fotos

.VISITAS

blogs SAPO

.subscrever feeds