Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

D.MANUEL II

 

       

      (pintura de Medina)

 

     D. MANUEL II E O BUSSACO

 

D.Manuel II, último rei de Portugal, nasceu no Paço de Vila Viçosa na madrugada de sexta-feira do dia 15 de Novembro de 1889. Segundo filho do rei D. Carlos e da rainha D. Amélia, logo  lhe foi atribuído o titulo de duque de Beja e destinada a carreira naval.

  Foi na sequência da morte do pai e do herdeiro do trono o infante Luís Filipe, seu irmão, no atentado de 1 de Fevereiro de 1908, que herdou a coroa de Portugal na época difícil que antecedeu a implantação da república.

VIAGENS                         

    A primeira notícia da sua passagem pelo Bussaco consta das suas anotações escolares, registos que o infante fazia com muito pormenor e interesse. Assim, numa viagem de estudo á Serra da Estrela no ano lectivo de 1902/1903, anotou nos seus cadernos:

      7º Dia da viagem: Mangualde a Bussaco …. 149,9 Km

      8º Dia da viagem: Descanso no Bussaco

      9º Dia da viagem: Bussaco-Tancos………… 180,0 Km

Noutra anotação sobre viagens refere o príncipe nos mesmos cadernos de anotações:

      “Passeio de S. Pedro do Sul ao Bussaco, por Águeda, total de 169,7 Km “ e logo depois, “Bussaco a Penacova, por Coimbra, total de 50,8 Km

GABY DESLYS                           

     Em 1910, durante o período conturbado dos finais do seu reinado que antecederam a implantação da República, foi o monarca aconselhado pelos seus médicos a afastar-se de Lisboa e descansar. A 12 de Julho partiu para o Bussaco onde permaneceu até 23 de Agosto. Na capital, a insurreição estava praticamente instalada e as ameaças da revolução eram uma constante, fervilhavam as mais controversas notícias e os mais diversos boatos. Logo a 14 de Julho, tinha o rei acabado de chegar ao Bussaco constou que a revolução sairia no dia 15 e que o rei seria alvo dum rapto no Palace Hotel.

         O Governo, presidido por Teixeira dos Santos acautelou a integridade do rei enviando para sua protecção quarenta policias como força de segurança, agentes da judiciária, uma força de infantaria e um destacamento de cavalaria. Nestas datas, todas as forças se mantiveram em rigorosa prevenção, particularmente em volta do Palace Hotel onde se instalava o monarca.

        É também desta estadia a presença da actriz e bailarina Gaby Deslys com a qual teria tido um romance amoroso.

        D. Manuel conheceu a actriz numa estada em Paris e ter-se-ia encontrado com ela a primeira vez no seu camarim do Capucines , após o espectáculo. Daqui nasceu uma relação que se manteve alguns anos, perante o desagrado da rainha D. Amélia, sua mãe.

         Quando regressava de Londres, onde esteve presente nas cerimónias fúnebres do rei Eduardo VII, em Maio de 1910,D. Manuel passou por Paris onde matou saudades, para depois, no mês de Julho, estar de novo com a bailarina no Bussaco.

          A propósito desta relação escreveria D. Amélia: “ vim a saber pelas más-línguas que Manuel ainda tem uma paixoneta por essa divazinha do music-hall parisiense Gaby Deslys, de origem marselhesa, cujo verdadeiro nome é Gabrielle Caire. Correm boatos segundo os quais Manuel segue as pisadas do pai e os seus esforços políticos são imediatamente anulados por isso.”

      Também os partidos políticos, sobretudo os da oposição, mas também os monárquicos, aproveitaram esta situação para denegrir a figura real e a própria monarquia. O próprio rei, diria a propósito: “ Quem não o devia saber soube-o! Os outros, que o deviam calar, esqueceram-se de ser discretos”

 MUSEU MILITAR-27 Setembro 1910                   

Um dos últimos acontecimentos que teve  participação real decorreu quanto das comemorações dos cem anos da batalha do Bussaco , no dia 27 de Setembro de 1910.

 O rei deslocou-se ao Bussaco em comboio especial naquele que foi um dos últimos actos públicos do Governo e da Monarquia participando directamente nas cerimónias com grande brilhantismo e com a presença de altas personalidades, entre elas o Duque de Wellington, Lord Arthur Charles Wellesley, neto do duque general. Presentes também os ministros da Guerra e dos Negócios Estrangeiros que acompanharam o rei na sua deslocação.

   Durante a visita, que decorreu com pompa e circunstância, não deixou de se respirar o pesado ambiente de instabilidade politica que se vivia na altura e que terminou alguns dias depois na revolução republicana do cinco de Outubro. O rei inaugurou o Museu Militar do Buçaco, instituição que subsiste hoje associada na sua fundação á figura do rei e ao seu pequeno reinado.

   D. Manuel viria a ser um exilado em Londres, onde casou com D. Augusta Vitória, filha do seu primo o príncipe alemão Guilherme de Hohenzollern, enlace que não produziu descendência. Morreu em Twickenham, Inglaterra, no dia 2 de Julho de 1932 com um edema da glote.

   A 2 de Agosto os restos mortais do Rei foram trasladados para Portugal onde repousam no Panteão Nacional. FS          

publicado por Peter às 22:36
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

UMA EXPOSIÇÃO

   

                                                                                                                      

    UMA EXPOSIÇÃO   

  Quase setecentas pessoas visitaram no último domingo a exposição patente nos antigos escritórios da água do Luso que tem por tema , ‘Luzo Bussaco, Memória e História’. No livro destinado a esses mesmos visitantes , muitos deles deixaram mensagem de apreço e de estimulo , até de agradecimento pelo reavivar dum  tempo de prazo médio que correspondeu a um fluxo  de desenvolvimento e  engrandecimento da estância termal do Luso que  levou o concelho da Mealhada ao topo do conhecimento e fez confundir o Luso , concelho que não existe , com o seu  concelho próprio.

   Porque isto  de não ser concelho seu  e depender de guerras intestinas  pensadas em casa alheia, tem que se lhe diga. Olhemos para Sintra , sede do concelho, e para o Luso. Olhemos para Òbidos, sede do concelho , e para o Luso . Olhemos para Marvão, sede do concelho, e para o Luso. Olhemos para Castelo de Vide , sede do concelho , e para o Luso. Olhemos para as Termas de S. Pedro do Sul, sede do concelho , e para o Luso. São alguns exemplos para concluir que muito tem perdido  , no caso concreto,  a Vila termal e turística do Luso , com o facto de ser um apêndice administrativo doutra localidade e consequentemente, não deter em si próprio o poder de gerir , decidir  e dispor do seu património próprio e de vias autónomas de desenvolvimento .

   Esta excelente exposição sobre a memória duma vila , sua gente e actividade,  atesta  a riqueza da terra , realça a força  intrínseca que teve  o Luso  para se transformar , saltando duma pacata aldeia de água e de moinhos para uma estância termal  de primeira qualidade transformando o simples lugarejo de moleiros numa pequena cidade cosmopolita , simpática e acolhedora.

 Ali se podem ver dezenas de postais   sobre o Luso e o Buçaco , primeiras edições do postal em Portugal em desenho e em fotografia , mas também objectos ligados á hotelaria, ás termas , á vida desportiva e cultural da vila , á propaganda turística , da primeira que se fez em Portugal , á água e sua venda , á guerra  peninsular .

 Projectos  executados, como o Palace Hotel do Buçaco ou do Grande Hotel do Luso , estão a par de obras não levadas a cabo, como o  cine teatro do Luso ou o primeiro  estudo para o lago.

Trata-se dum repositório valioso reunido com a colaboração efectiva de pessoas e de empresas , um espólio a pedir classificação e um museu , o museu do turismo e da hotelaria  , uma obra , como exemplifiquei atras, dependente de terceiros , pois o Luso não tem a autonomia nem o poder financeiro para decidir por si próprio escolhendo os seus próprios caminhos e sabe-se que infelizmente neste município ,  o conhecimento das coisas de turismo não passa por muitos responsáveis , sobretudo pelos autarcas eleitos na parte que lhes diz respeito.

   Porém , o património , o now out, o saber fazer, estão bem patentes em todo o percurso desta mostra, rara no espaço do município e capaz de fazer pensar, refletir e procurar respostas e soluções para muitas perguntas que afligem hoje os homens do turismo. Porque essas soluções , essas vias , esses caminhos para prosseguir em frente, na hotelaria e turismo, como em tudo nos dias de hoje, têm que ser frutos da ambição, da criatividade e das apostas das gentes do sector , onde o público, quer estado, quer autarquias locais, tem uma responsabilidade acrescentada .

   Quando  constatamos que uma autarquia é incapaz de  colocar a funcionar umas simples ‘barraquinhas’ para vender artesanato e actualizar de forma provisória um espaço  há muito degradado , barraquinhas que estão há quase um ano montadas no seu lugar, ficamos de facto  preocupados. O caso , para o sector do turismo, não é para menos.  Se a esta incapacidade  se juntar a promessa de recuperar o  espaço a desimpedir,  requalificar a zona central das termas  e fazer cumprir o projecto Luso 2007 , o caso passa  a ser dramático . E catastrófico  se a política turística deste município prosseguir com o gastar de largas somas de dinheiro em campos de golf para  freguesias sem aptidões para o turismo , projectos construídos á medida dos interesses dos políticos eleitos,  sem qualquer razoabilidade , sem qualquer estudo económico e sem qualquer perspectiva de futuro.

     Percebe-se um campo de golf na Figueira da Foz, em Mira , em Monte Real , no Buçaco ou na Curia . Em  Barcouço , na Antes , na Pampilhosa , apenas por loucura política  ou por  brincadeira que ficará bem  cara  ao futuro do município.

    É preciso ter o sentido do interesse  regional dentro do sector especifico que é o turismo , um potencial  gerador de riqueza , não um tranpolim para satisfações pessoais.  Para isso, bastam as plataformas ferroviárias que, mesmo sem aprovação de ninguém, se podem justificar para levar mais  adiante. Mas aí, ficam pelo menos os terrenos para governo dos vindouros.

   Para os munícipes interessados, uma visita á exposição atrás citada , é um momento bem passado , uma memória bem lembrada , um culto de município . Numa escala de vinte, face aos meios , dezoito valores. Excelente.

  PS-Um conselho , de preferência façam a visita com tempo e  aos dias de semana , que ao sábado e domingo pode-se encalhar na confusão do trânsito .

 F.S. Agosto,2006

 

 

 

 

 

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CONVERSA DA TRETA

                                                                                                                    

       

  TRETAS            

 

       Hoje gostava de ter uma conversa politica com o senhor presidente da Câmara da Mealhada acerca da minha terra, o Luso. Peço desculpa aos leitores por esta deambulação particular mas hoje acordei com esta pregada na massa encefálica depois de ter passado os olhos por uma planta de arranjos no Largo do Casino que tem a coordenação do arquitecto Sidónio Pardal. É uma coisa doméstica. Perdoem-me.

    Não é um arquitecto qualquer, o Professor Sidónio Pardal, desenhou o Jardim da Cidade do Porto, é um arquitecto que admiro, duma educação esmerada e duma competência inquestionável e mexe nesta questão da remodelação da zona central do Luso há dois ou três pares de anos com um cuidado extremo e desejo de fazer bem.

    Porém, a questão que quero relembrar ao presidente da Câmara da Mealhada, se não tem nada a ver com a competência do arquitecto em questão, tem a ver com a obra em si, pois esta não é, nunca foi, nem nunca será a remodelação central de que o Luso precisa, nem aquela que há quatro anos, não posso precisar o mês, a Câmara combinou e encomendou ao Professor Sidónio Pardal. Tanto não é, senhor presidente da Câmara da Mealhada, que o primeiro estudo prévio do qual tenho uma fotocópia na minha mão, tirada do que foi apresentado na Câmara, englobava não só a fonte e a avenida, como o morro da Quinta do Alberto, e cá está, no estudo, uma estrada e um prédio em plena Quinta como propunha e explicou na altura o dito competente Professor.

   Então, lembro-me bem, surgiu o representante do dono do terreno (é um apenas) e ali também, por si, senhor Presidente da Câmara da Mealhada, foi-lhe dito que se entendessem em Lisboa de forma a encontrar um compromisso e uma solução, uma vez que estavam ambos na capital, onde o Professor Sidónio Pardal tem o seu gabinete. Deu-lhes praticamente luz verde para descascarem a batata da Quinta do Alberto.

   Posteriormente ao longo dos meses, fui-me apercebendo que algo não corria bem, pois o proprietário entrava em contacto comigo para tentar resolver o caso e apesar de toda a sua disponibilidade e abertura, nada se resolvia entre a lentidão e a burocracia camarárias e o gabinete referido. Por isso, além de várias reuniões que tive com ele, provoquei três ou quatro situações em que o senhor Presidente da Câmara esteve presente, a última também com a Junta de Turismo, no salão nobre, manifestando o senhor presidente da Câmara da Mealhada o seu aparente acordo e disponibilidade para resolver a situação, sempre na perspectiva da envolvência do morro.

     Afinal, politica da treta, pois hoje, face ao projecto que vi pregado num placard na Avenida Navarro numa manifestação de pouco civismo para com a população do Luso, pois devia ser explicado e não propagandeado como cartazes de cinema, só posso concluir que afinal o senhor presidente da Câmara da Mealhada deu ordem ao arquitecto Sidónio Pardal para reduzir o projecto àquilo que ali está, não resolvendo o crónico problema do Luso que é o morro da Quinta do Alberto e a zona central onde tudo está inserido, como no inicio estava perspectivado.

  O que levou o senhor presidente da Câmara da Mealhada a mudar de opinião? Falta de dinheiro? Falta de diálogo? Incompatibilidades? Mau comportamento do dono?

Politicamente o senhor presidente da Câmara da Mealhada devia responder, explicar ao Luso o que terá acontecido. Deveria dizer porque se prejudica mais uma vez a vila na sua vertente vital que é o turismo!

Não discuto a legitimidade que tem para o fazer em termos de Câmara, mas digo-lhe que fez mal, muito mal, digo-lhe frontalmente (fui sempre frontal, não sou pessoa de duas palavras) que a sua politica é péssima para o Luso. Nisto e noutras coisas essenciais, como o caso das Termas. E isto porque o senhor presidente da Câmara não tem vontade, nem ambição, nem visão politicas, para entender o hoje e o amanhã do nosso município. Muito menos do Luso e das termas. Se nem sequer a tem para um simples carnaval..! Se não quer fazer as coisas , o que está a fazer aí ?

    Voltando á zona central, senhor presidente da Câmara da Mealhada, devo lembrar-lhe que para executar arranjos tendencialmente pedonais no centro da vila do Luso, deve procurar uma solução para retirar o trânsito de pesados desse mesmo centro, senão sujeita-se a que os pesados carregados de toros de madeira ou outras mercadorias, lhe arrombem em pouco tempo as melhorias! Talvez dois ou três quilómetros de via entre a estrada de Penacova e o Pego mas isso, não consta que vá fazer. Nem noutro lado! Mas pode ser por ali, ia dizendo, pelas imediações da barragem da Direcção Regional da Agricultura da Beira Litoral que o senhor presidente esqueceu quando tudo mudou do laranja santaneiro para o seu desbotado cor-de-rosa, que se pode encontrar uma solução. Depois sim, todos os arranjos senhor presidente da Câmara da Mealhada! Estes e mais. Mas é precisa a estrada, um desvio. Esqueceu-se?

   Por sorte ou infortúnio o Luso acaba por pagar os investimentos que a Câmara faz. Quando acabou de pagar o Centro de Estágios já tinha dinheiro suficiente para pagar os arranjos da zona central. Também já recebeu dinheiro suficiente para ter uma iluminação condigna em toda a freguesia. (lembra-se da rua dos moinhos que ficou sem iluminação, não lembra … que labirintos freudianos levaram a Câmara da Mealhada àquela escuridão, senhor presidente, em contradição com outras terras, como a sua, por exemplo???) Também já recebeu o suficiente para fazer a piscina do parque de campismo que herdou do seu antecessor. E para mandar limpar o lago e comprar uns barcos novos? E para uma sala de Internet? E para comprar o cinema? E para um acesso digno ao campismo? E para requalificar a fonte do castanheiro?

   Deve reconhecer senhor presidente da Câmara da Mealhada, que a sua estratégia politica, neste caso particular do Luso, é no mínimo estranha, fruto de insondáveis complexos que levam a Câmara, mais uma, ao extremo de planear um campo de golf para um ruidoso entroncamento de comboios e quem sabe, um museu de locomotivas para a serra do Buçaco. Um mimo !!!!

   Ao contrário do seu antecessor que teve estratégia, abriu perspectivas, modernizou o concelho e lançou desafios, o senhor presidente da Câmara da Mealhada leva a sua acção politica ao paradoxo de amealhar dinheiro para fazer muita coisa e quem sabe se não vai acabar a fazer coisa nenhuma!!!!

   Com a amizade que lhe tenho, preferia o contrário.  

  Luso,Outubro,2007( in Jornal da Mealhada)

  

publicado por Peter às 22:48
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